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Mobiliários em aço

Veja porque os móveis de aço se tornaram uma excelente opção aos móveis de madeira

Já foi o tempo que os móveis de aço serviam apenas para guardar objetos em estoque e entulhar coisas  e mais coisas que nunca mais usariamos. A evolução da tecnologia permitiu a produção de móveis de aço mais bonitos e com uma maior variedade de cores e formatos.

Mas por que será que ainda temos a impressão que móveis de aço não são bonitos? Existem alguns fatores que nos ajudam a identificar porque criamos essa cultura que estante de aço, armário de aço, arquivo de aço e móveis de aço em geral são feios e precisam ficar escondidos na garagem.

Cenário de Móveis de Aço 50,60 anos atrás

Madeira em abundância
Naquela época todos os móveis eram de madeira maciça, não existia uma preocupação ambiental e comparar um armário de madeira maciça com armários de aço da época é covardia. Além do acabamento do móvel de madeira ser muito mais bonito, o fato de ser maciço faz o móvel durar muitos anos. O preço do móvel de madeira também ajudava, já que não existia um controle e uma preocupação com o desmatamento como existe hoje.

Manipular o aço era muito difícil
A tecnologia para tratar, dobrar, manipular e dar o acabamento no aço praticamente inexistia e por isso as peças que eram fabricadas saiam muito grossas e consecutivamente com poucas chances de receberem um acabamento que podessem competir com os móveis de madeira.

Vantagens dos Móveis de Aço atualmente

Seu principal concorrente, a madeira, custa muito caro
Hoje a abundância da madeira acabou. O desmatamento recebe fiscalização rigorosa e comprar um móvel de madeira maciça é muito caro e esbarra na consciência ecológica que está muito presente nas empresas e nas escolas.

Alternativas a madeira maciça são ruins
O fornecedores de móveis de madeira precisaram se mexer e com isso procuraram alternativas viáveis para não parar as vendas. Nessa pesquisa por novos materiais surgiram novas propostas como o:

  • MDF
  • Compensando
  • Aglomerado
  • Laminado

Nem todas as alternativas são ruins, o grande problema é que para o leigo, as novas categorias de madeira com MDF e afins, dificultaram a percepção sobre qual é a melhor opção, principalmente para os clientes que criam a expectativa de comprar um móvel que dure por muitos anos. Por isso a compra do tão desejado móvel de madeira acaba se tornando um pesadelo.

O aço pode ser 100% reciclado – Pensamento Sustentável

O aço é a matéria prima mais reciclada no mundo. A produção de aço a partir de sucata reduz o consumo de matérias-primas não renováveis, economiza energia e evita a necessidade de ocupação de áreas para o descarte de produtos em obsolescência.

Conforme o instituto ambientalista Reviverde, cada tonelada de aço reciclado representa uma economia de 1.140 kg de minério de ferro, 154 kg de carvão e 18 kg de cal.
Se o país reciclasse todas as latas de aço que consome, seria possível evitar a retiradas de 900 mil toneladas de minério de ferro por ano, prolongando a vida útil de nossas reservas minerais. Deixaria de ocupar 8,6 milhões de m³ em aterros todos os anos. Economizaria 240 milhões de Kwh de energia elétrica, equivalente ao consumo de 4 bilhões de lâmpadas de 60 Watts. Deixaria de cortar 45 milhões de árvores de reflorestamento comercial, necessárias à produção de carvão vegetal usado como redutor do minério de ferro.

Neste novo cenário onde a madeira é muito cara e suas alternativas são pouco confiáveis, aumenta a procura por pessoas que encontram nos móveis de aço uma boa alternativa, resistente e cada vez mais bonitos.

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Evento sobre acessibilidade

No último dia 09, participei de um evento da AVAPE (Associação para Valorização de Pessoas com Deficiência) onde vários palestrantes falaram sobre estabelecimentos acessíveis.

Entre os projetos apresentados estavam o Hotel Fazenda Campo dos Sonhos, localizado na cidade de Socorro – SP, que desenvolveu, através de muita pesquisa e dedicação, o turismo de aventura adaptado a diversos tipos de deficiências.

tiroleza adaptada | imagem: campo dos sonhos

A cidade de São José dos Campos – SP, estava representada pelo Programa Calçada Segura, que visa transformar as calçadas da cidade em locais mais seguros para a circulação de pedestres, especialmente idosos, pessoas com deficiência, mães com seus filhos em carrinhos de bebê, ou outras pessoas com dificuldade de locomoção, que sofrem com calçadas em mau estado.

A Galeria Tátil da Pinacoteca do Estado também foi apresentada no evento.
O museu desenvolve o projeto de inclusão às pessoas deficientes, se preocupando com todos os detalhes necessários à adequada contemplação das obras.

O turismo adaptado também foi muito comentado no evento, mas ainda estamos muito aquém do que deveríamos em relação ao assunto.
Infelizmente, a maioria dos empresários dos setores que envolvem o turismo aqui no país, ainda não percebeu que atender ao turista com deficiência com respeito é, sem dúvida, um nicho promissor de negócio e que sairá na frente quem pereber isso o quanto antes!

A Item 6 Arquitetura e Sustentabilidade está desenvolvendo o projeto arquitetônico e paisagístico de uma pousada sustentável em Minas Gerais e a acessibilidade já foi contemplada desde a sua concepção.

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Masdar City, a cidade “sustentável”

Um projeto arquitetônico grandioso promete transformar as dunas de Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, no modelo de cidade do futuro.

Batizada de Masdar City, a construção tem a sustentabilidade como foco,  promete ser isenta de emissões de CO2, e, para isso, contará com tudo que o conhecimento humano e o dinheiro dos maiores petroleiros árabes podem conseguir, como tecnologia de ponta e investimento da casa dos US$ 22 bilhões.

maquete eletrônica de masdar city | fonte: exame

A iniciativa vai abrigar 40 mil habitantes e 1,5 mil empresas de tecnologia limpa, além do já operante Masdar Institute of Science and Technology, uma universidade com foco em pesquisa e inovação, desenvolvida em cooperação com o MIT (Massachusetts Institute of Technology) e o Imperial College.
Também será instalada, na região, a sede da IRENA (International Renewable Energy Agency) que hoje funciona em Abu Dhabi.

Por ironia ou não, o projeto, resultado de uma parceria do governo local com os sultões do “ouro negro” dos Emirados Árabes, visa ser um modelo que ajude a preparar o país para a era pós-petróleo, na qual o mundo terá que se adaptar em todas as esferas de produção e consumo.

O Emirado planeja suprir 7% de suas necessidades energéticas com fontes renováveis em apenas uma década.
Há dois anos em construção, Masdar City deverá ser concluída em 2016.

O projeto arquitetônico

Segundo o responsável pelo projeto, o renomado arquiteto inglês Norman Foster, o resultado de tanto empenho será uma cidade com matriz energética 100% renovável, uso exclusivo de transporte público, refrigeração natural dos edifícios e ruas da cidade baseada na arquitetura árabe tradicional, e até documentação dos habitantes totalmente digital para evitar o uso de papel.

Todas as ruas de Masdar contarão com prédios projetados em ângulos que facilitam a criação de sombras e ajudam na manutenção de uma temperatura agradável.
A cidade estará livre de consgestionamentos, onde o sistema de transporte, todo elétrico, vai operar no subsolo.

Questões sociais

Mas será que a cidade ultra-sustentável será mesmo um modelo possível de ser reaplicado em todo o mundo?
Para o crítico em arquitetura do jornal New York Times, Nicolai Ouroussoff, o projeto não passa de uma “Disneylândia” verde.
Em um artigo publicado no jornal de domingo, 26 de setembro, Ouroussoff falou sobre as impressões de sua visita ao projeto, que já está pronto para receber os primeiros moradores.

Para Ouroussoff, a cidade não é apenas uma miragem futurista e tem muitos pontos positivos, como a integração entre tecnologias de última geração e o design antigo das cidades árabes, inserida em uma sociedade que convive com o tradicional e o moderno diariamente. “Uma visão que, a princípio, transborda esperança”, afirma.

Mas basta ser analisado mais profundamente para que o projeto comece a revelar seus pontos fracos.
Segundo a questão levantada por Ouroussoff, a aparente sustentabilidade de Masdar City pode estar fadada a permanecer presa na areias de Abu Dhabi, e inacessível ao resto da humanidade.

“O projeto reflete uma mentalidade de condomínios fechados que tem se espalhado pelo mundo como um câncer durante décadas. Sua pureza utópica e seu isolamento da vida das cidades reais estão fundamentados na crença, ao que me parece aceita pela maioria das pessoas hoje, de que a única maneira de criar uma comunidade verdadeiramente harmoniosa, verde ou não, é isolando-a do mundo em geral”.

E o economicamente viável e socialmente justo, onde ficam?
Por que o projeto não busca atender aos problemas já existentes nas grandes cidades (que não são poucos)?
Ao meu ver, criar uma utopia no meio do nada, perfeitinha e em um ambiente totalmente controlado acaba sendo bem menos complexo do que enfrentar todos os problemas sociais existentes no mundo real.

Apesar de todo o incrível investimento tecnológico do projeto, com soluções que devem mesmo ser disseminadas ao mundo, vejo Masdar City como mais um exemplo de sociedade privilegada em busca de conforto e que se esconde cada vez mais daquilo que não quer ver.

Fonte: Exame e Terra

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Película solar inteligente

A 3M apresentou, na feira de tecnologia Ceatec 2011, no Japão, uma película para vidros que transforma a luz solar em energia.

O novo produto, que também bloqueia a transmissão de raios infravermelhos, é capaz de captar energia solar tanto em ambientes externos como internos.
A película bloqueia e absorve 80 % da luz solar visível e 90 % de luz infravermelha.

película que transforma luz em energia | fonte: 3M

Em termos financeiros, a película poderá custar até 50% menos do que um painel solar convencional, facilitando a popularização da forma de energia.
Contudo, ao menos por enquanto, o filme será capaz de gerar apenas 20% da energia que um painel comum consegue produzir.
Para exemplificar esse consumo, com sol a pino, 1 m² da película consegue gerar energia suficiente para carregar um iPhone.

Outro ponto positivo é a sua instalação, já que aparentemente, a película é mais fácil de ser aplicada, não requer um espaço próprio e praticamente não modifica a aparência das janelas.

A empresa planeja colocar a novidade no mercado ainda em 2012, que serão vendidas em folhas e poderão ser colocadas nas janelas de diversos tipos  de ambientes.

O produto é um daqueles “meio óbvios”, mas que demorou para surgir no mercado!
Tomara que o seu custo aqui no Brasil (seja lá quando ele vier para cá), não inviabilize o seu uso.

Fontes: IDG Now! e TecMundo

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