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Curso: Acessibilidade na Prática

É com muita satisfação que eu indico aqui o curso Acessibilidade na Prática, elaborado pela arquiteta e especialista no assunto Thais Frota.

Acessibilidade é um assunto que está crescendo cada vez mais. Discutir, entender, desenhar e propor espaços acessíveis com base nos princípios do Desenho Universal é o objetivo do curso.

De forma clara e simples será feita e interpretação da Norma de Acessibilidade com exemplos de sua aplicação prática em diversos espaços: parques, museus, espaços culturais, comércios, serviços, habitações entre outros.

O curso, com investimento de R$350,00, acontecerá de 09 a 12/04/2012 e é voltado aos profissionais arquitetos, engenheiros, designers, educadores, pessoas envolvidas com inclusão e áreas afins.

Maiores informações:
Curso Acessibilidade na Prática
Local: MAM ( Museu de Arte Moderna de São Paulo)
Endereço: Parque do Ibirapuera – Portão 3
Datas: 09 a 12/04/2012
Horário: das 9:00 às 13:00h
Valor: R$350,00
Fone: (11) 5085-1300

A Item 6 Arquitetura e Sustentabilidade contempla a acessibilidade em todos os seus projetos e presta consultoria para a adaptação de espaços existentes.

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Pousada sustentável em Aiuruoca

Voltamos ontem de uma rápida viagem à Aiuruoca – MG, onde fomos acompanhar o início das obras do nosso projeto de uma pousada.

O projeto segue os princípios da arquitetura sustentável, onde serão incorporados vários diferenciais, respeitando sempre o entorno onde a construção será implantada.

O terreno faz parte de uma RPPN (Reserva Particular do Patrimônio Natural) e por essa razão priorizamos interferir o mínimo possível na área de implantação e integrar o projeto à incrível natureza existente.

implantação da pousada no meio do verde e junto ao rio aiuruoca

A pousada, ainda sem nome definido, será composta pela casa principal (em obras), onde estarão as áreas de recepção, cozinha, restaurante, estar e adega subterrânea, além da residência da proprietária no andar superior.

Em duas próximas etapas serão construídos os chalés, sendo dois deles adaptados com total acessibilidade, e um centro de meditação, onde também acontecerão eventos diferenciados para os cuidados com a mente e o corpo.

O paisagismo seguirá a linha funcional, onde alimentos e ervas serão plantados para o consumo da pousada, que terá uma alimentação diferenciada e orgânica para seus hóspedes.

Quanto aos materiais, optamos por valorizar ao máximo a iluminação e ventilação natural, onde os painéis em vidro desempenharão um importante papel.
A estrutura já está pronta e é toda em madeira certificada, e utillizaremos na vedação os tijolos de barro artesanal, existentes em ambundância na região.

A região encontra-se bem afastada de centros urbanos, e por essa razão, resolvemos usar ao máximo os materiais locais, evitando assim a “importação” e transportes desnecessários à obra.

Confira algumas imagens:

estrutura em madeira angelim vermelho

vista a partir do andar superior

praínha particular às margens do rio aiuruoca

equipe responsável: arq. camila, eng. gilberto e arq. karla

Sobre Aiuruoca

Nome de origem tupi, que significa casa dos papagaios, tem sua origem em princípios do século XVIII, quando um paulista de Taubaté, João Siqueira Afonso, atravessou a Serra da Mantiqueira, descobriu as minas de Sumidouro e Guarapiranga e, impulsionado pela ambição, seguiu até a Serra dos Papagaios.

Nessa serra, o paulista fundou, por volta de 1706, o arraial de Aiuruoca, junto às minas de mesmo nome, atraindo exploradores portugueses e paulistas. Com o seu território desmembrado de Baependi, a Vila de Aiuruoca foi instalada e em 1868, passou à categoria de cidade.

Quando o ouro se esgotou, o povoado, que se fixou na região, começou a se dedicar à criação de gado leiteiro e à agricultura. A criação de gado transformou a Aiuruoca de hoje em um dos grandes produtores de laticínios em MG, sendo, inclusive, um grande exportador de queijos.

A cidade é a porta de entrada para o Vale do Matutu, reserva natural de 30 km² que concentra boa parte das belezas naturais da região. Dá até para dizer que a cidade é dividida em duas, de um lado, o pacato Centro, com uma igrejinha e a praça principal, e do outro, o imenso Matutu.
No alto do Vale, a 17 km (de terra) do Centro, fica o casarão-sede da reserva, ponto de informações sobre o local. Entre novembro e março, por causa da chuva, o acesso às atrações e a algumas pousadas fica difícil.

Fonte: Secretaria de Turismo de Minas Gerais e viajeaqui

A pousada é um projeto da Item 6 Arquitetura e Sustentabilidade e está sendo construída pelo Eng. Gilberto Pereira Ribeiro, que mora em Aiuruoca e é proprietário da Estalagem Mirante, uma ótima opção para quem pretender conhecer a região e apreciar a natureza local.

Conforme o andamento das obras, iremos atualizando vocês sobre as novidades do projeto.

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Casa Vita

A empresa espanhola Egoin Bilbao, especializada em construção em madeira, lidera um projeto super bacana, que busca a edificabilidade em termos de eficiência energética.

fachada casa vita | imagem: flickr casa vita

Trata-se da Casa Vita, primeira casa construída na Espanha que assume e supera os padrões estabelecidos pelo selo alemão Passivhaus, e que produz mais energia do que consome.

“Esta é uma iniciativa da I+D+i, destinada a avançar no conhecimento da construção como resposta responsável às necessidades energéticas de um planeta com recursos limitados que devem ser preservados. Tal aposta resultou na Casa Vita, a primeira construção feita no âmbito do projeto Vita”, explica o gerente comercial da empresa, Unai Gorroño.

Na sua construção foi dada prioridade ao uso de materiais biodegradáveis, renováveis, ecológicos e produzidos pelos arredores da construção, conceitos de eficiência energética e o uso seletivo de recursos.
Além disso, seu design, que combina estética e funcionalidade, procura a máxima integração e respeito ao meio ambiente, e o tamanho compacto do prédio leva a uma maior economia de energia.

Projetos sustentáveis no Brasil

Cada vez mais as pessoas se interessam por projetos que tragam benefícios, tanto econômicos como de bem estar, aos seus imóveis e usuários, e buscam também contribuir positivamente para a preservação do meio ambiente.

A Item 6 segue essa linha de trabalho e também busca aproveitar ao máximo os recursos naturais oferecidos, de modo a minimizar os impactos ambientais decorrentes de uma intervenção arquitetônica.

Espero que projetos e construções sustentáveis passem logo a ser a única opção para as edificações de nossas cidades e que não sejam mais vistos como diferenciais para poucos.

Fonte: mundo sustentável

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Jardins filtrantes

Você já ouviu falar nos jardins filtrantes?

Trata-se de uma tecnologia, também conhecida como fitorestauração, que consiste no uso de plantas para tratar esgotos domésticos e efluentes industriais.

Além da estética oferecida pelo paisagismo, suas plantas e microorganismos capturam e digerem matéria orgânica, fuligem e outros materiais que, do contrário, correriam direto para rios e lagos, perturbando o seu equilíbrio.

jardim filtrante criado pelo engenheiro francês thierry jacquet

Os jardins filtrantes são uma das soluções mais bem sucedidas para tratar águas usadas (eliminação de cargas orgânicas, azoto, fósforo, desinfecção de germes, biodegradação de novas moléculas, entre outros).

Como essa tecnologia tem como base a absorção dos resíduos pelas plantas, não há decomposição dos resíduos ou qualquer processo químico que resulte em geração de gás, eliminando o mal cheiro durante o ratamento.
Isso possibilita a aplicação desse sistema em locais próximos a moradias ou locais públicos.

Tratamento de efluentes

Segundo a SABESP (Compania de Saneamento Básico do Estado de São Paulo), os jardins filtrantes também se mostraram a opção mais ecológica no tratamento de lodo contaminado e, obviamente, de recuperação e preservação de rios.

No caso do lodo, as ações são por meio da rizosfera, que é a região onde o solo e as raízes das plantas entram em contato. O número de microrganismos na raiz e à sua volta é muito maior do que no solo livre e os tipos de microrganismos na rizosfera também diferem do solo livre de raiz.

Quarenta tipos de efluentes podem ser tratados através da técnica dos jardins filtrantes, além do lodo também poder se transformar em adubo.
Através da fitorestauração podem ser condicionados os lodos de ETEs (Estações de Tratamento de Esgoto), eliminando a necessidade de disposição de aterros sanitários, produzindo, então, um composto fertilizante.

Através da aplicação dessa técnica,  solos contaminados, rios e lagos podem ser  recuperados e revitalizados.

Vídeo

O vídeo a seguir, apresentado no programa Cidades e Soluções, mostra como os jardins filtrantes estão contribuindo na despoluição do Rio Sena, na França.

Para maiores informações sobre como implantar os jardins filtrantes em seu projeto ou empreendimento, entre em contato com a Item 6 Arquitetura e Sustentabilidade.

Fonte: Arquitetônico, Phytorestore e SABESP

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