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Calçadas em São Paulo

11/03/10 | Acessibilidade, Arquitetura, Sustentabilidade

Ultimamente o tema calçadas tem sido muito abordado, principalmente quando o assunto é acessibilidade.

Na semana passada eu dei uma entrevista para o JT sobre os materiais usados nos passeios públicos e é muito bom saber que as pessoas estão se interessando mais pelas questões urbanísticas de nossas cidades, afinal, somos os maiores interessados, não é mesmo?

É verdade que existem situações absurdas aqui em São Paulo, onde é possível flagrar calçadas intransitáveis em praticamente todos os bairros da cidade, mas muita coisa tem sido feita para que os passeios possam desempenhar o seu verdadeiro papel.

calçada na rua bela cintra, em são paulo

Um exemplo de que esse panorama já evoluiu consideravelmente é o programa Passeio Livre de padronização de calçadas.

“O Programa Passeio Livre da Secretaria Municipal de Coordenação das Subprefeituras tem por objetivo a implementação de um novo conceito de passeio público, padronizando as calçadas, organizando a localização do mobiliário urbano, melhorando a drenagem e garantindo a livre circulação de pedestres e pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida”.

Confira a cartilha do Passeio Livre com as principais informações sobre o programa.

Apesar das dimensões da cidade de São Paulo, as intervenções do Passeio Livre já começaram a transformar a paisagem da metrópole.

Nos locais onde ocorreram as intervenções o impacto visual é muito positivo e se reflete tanto no aumento do número de frequentadores como no comportamento destes, que passam a zelar pelo espaço, confira algumas imagens:

calçada da rua oscar freire, em placas de concreto

calçada da rua oscar freire, com placas de concreto

calçada da av. paulista, em concreto moldado in loco e piso podotátil

Confira o que já foi postado no blog sobre calçadas e não deixe de enviar imagens que denunciem o péssimo estado desses passeios, para que fiquemos cada vez mais atentos a esse problema que diz respeito a todos nós.

Matéria sobre calçadas no JT

11/03/10 | Acessibilidade, Arquitetura, Eventos e Mídia, Sustentabilidade

Saiu no Jornal da Tarde do dia 06/03/10 uma matéria sobre calçadas onde dei uma entrevista.

Segue o texto completo, que fala sobre a padronização e manutenção dos pisos dos passeios em São Paulo.

Calçadas podem ter 4 tipos de piso

O responsável pelo passeio é o dono da casa. Decreto de 2005 estabelece os padrões

Eleni Trindade, eleni.trindade@grupoestado.com.br

De um lado, a calçada é um espaço público usado diariamente por todos os tipos de pessoas. Do outro, é privado. É o dono do imóvel, o responsável pela construção e conservação do pavimento entre a rua e sua casa, sob pena de multa – na capital paulista o valor pode chegar a R$ 460.

De acordo com os especialistas, o ideal é que os passeios sejam seguros e funcionais. “Em primeiro lugar, é preciso lembrar que a calçada é um espaço público, ela não pode ser tratada da mesma forma que a casa das pessoas, onde cada um faz o que quer. Ela faz parte do contexto urbano”, diz a arquiteta Carla Dichy. A profissional enfatiza que o espaço deve ser seguro para qualquer pedestre. “Por ali passam cadeirantes, idosos, crianças que apenas começaram a andar, jovens distraídos e grávidas, enfim, é preciso pensar no uso coletivo da calçada em vez de priorizar o lado estético.”

A Prefeitura da São Paulo estabelece as regras para a calçada ideal, a começar pelos quatro tipos de piso: pavimento intertravado, placas de concreto, ladrilho hidráulico e concreto moldado no local (veja quadro).

“Os quatro pisos determinados pela Prefeitura foram testados porque são mais seguros, oferecem acessibilidade para todos, inclusive para quem tem mobilidade reduzida e deixam as calçadas mais bonitas. Os passeios feitos nesses padrões são bons tanto para o donos de imóveis quanto para os pedestres”, afirma Karla Cunha, arquiteta que mantém o blog www.karlacunha.com.br sobre arquitetura e sustentabilidade.

Mesmo com o estabelecimento de regras para o padrão arquitetônico em 2005, estima-se que 90% das calçadas da capital paulista contrariem o que diz o decreto 45.904, que regulamenta a execução dos passeios.

“Não só em São Paulo como em todo o Brasil quase não há acertos quando o assunto é calçada. A Lei de Calçadas da capital, por exemplo, deveria delimitar espaços maiores para os passeios públicos”, entende Silvio Soares Macedo professor titular de Paisagismo e chefe do departamento de Projetos da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da Universidade de São Paulo (USP). “Além disso, as pessoas não fazem manutenção necessária e chegam a invadir o espaço público com portões, vasos de plantas e outros absurdos.” Calçada danifica gera multa de R$ 92,35 a R$ 184,70; e a falta dela pode custar R$460.D

Manutenção é importante para garantir o acesso

O padrão exigido para as calçadas não se limita à construção. É preciso fazer manutenção periódica para manter a funcionalidade do passeio público. “As pessoas fazem a calçada e não querem mais ter preocupação com ela”, diz Silvio Soares Macedo professor FAU/USP. “Se uma concessionária de luz, água ou gás faz um serviço e quebra a calçada, o dono do imóvel, em grande parte dos casos, faz apenas um remendo e a calçada com o tempo fica intransitável.”

A lei que regulamenta a execução de calçadas (10.508), prevê que as concessionárias façam os reparos em passeios após obras para realização de serviços públicos. Assim, quem tiver a calçada danificada após uma obra relativa ao fornecimento de luz, gás ou água deve procurar a subprefeitura mais próxima para que o órgão público acione a empresa para fazer a reforma inclusive com o mesmo padrão de piso.

A arquiteta Karla Cunha ressalta, ainda, a importância da acessibilidade. “É preciso manter a calçada em boas condições, consertando rachaduras e buracos logo que surgem para garantir a passagem tranquila das pessoas”, afirma.

De acordo com ela, é recomendado usar pisos táteis para facilitar a passagem de deficientes visuais e cadeirantes, assim como de pessoas com mobilidade reduzida. “Pessoas nessas condições precisam ter o caminho facilitado.”

Acerte na escolha

Donos cometem erros básicos, como calçadas em forma de rampa e com pisos escorregadios

É preciso ter bom senso na construção de calçadas. Por falta de conhecimento ou por economia, muitas pessoas cometem erros básicos ao definir como vai ser o passeio. “Tem gente que faz da calçada inteira uma rampa para a entrada de veículos, quando o correto seria de apenas 2%, como determina a lei, outros fazem calçadas tão estreitas que mal permitem a passagem de uma pessoa”, explica Maria Elena Merege Vieira, professora do curso de Arquitetura da Universidade Mackenzie.

A fiscalização dos passeios é feita pelas 31 subprefeitura a partir de denúncias da população. O dono do imóvel é notificado e tem 30 dias para adequar o local e se livrar de pagar multa. O custo para fazer a calçada ideal varia muito, dependendo da escolha do material. No caso dos pisos permitidos, o preço varia de R$ 30 a R$ 150 o m2, em média, incluindo mão de obra.

“Não se deve usar pisos escorregadios como ardósia, granito polido e mármore para evitar acidentes e quedas. Existem várias opções disponíveis no mercado, como pedras mineiras, paralelepípedo, pisos cerâmicos texturizados e mosaico português”, diz a professora do Mackenzie. Segundo ela, esses materiais deixam o passeio bonito e atendem recomendações de segurança, mas devem passar por manutenção e conservação constantes. “É possível até intercalar pedaços de grama com os pisos escolhidos para permitir a drenagem de água”, completa. E.T.

O ERRADO E O CERTO

ERROS MAIS COMUNS
Inclinação exagerada, transformando a calçada em verdadeiras rampas de acesso a garagens. O passeio deve ser o mais plano possível para facilitar a passagem de qualquer tipo de pessoa com segurança.

Buracos e rachaduras nunca consertados

Pisos escorregadios, como mármore, azulejo, granito polido e ardósia Obstrução do caminho com barreiras como vasos de plantas, árvores, lixeiras e bancos

QUE DIZ A LEI
A calçada ideal deve ter três faixas: de serviço, livre e de acesso. A inclinação deve ser entre 2% e 8%

A faixa de serviço (onde ficam postes e árvores) deve ter no mínimo 75 cm e ser próxima da rua. A faixa livre, com 1,20 m, é reservada à circulação. A de acesso não tem largura definida, mas deve facilitar a entrada nos imóveis

O piso deve ser de concreto ou ladrilhos para passeios. A lei autoriza ainda o uso de placas de concreto ou concreto moldado no local e também ladrilhos hidráulicos

As esquinas devem estar desobstruídas. O mobiliário urbano de grande porte (postes) deve estar a 15 metros do eixo da esquina, e o de pequeno e médio portes (lixeiras) a 5 metros

Veja as regras para calçadas na capital no site www.prefeitura.sp.gov.br/passeiolivre

Outra página com dicas úteis sobre o assunto é www.solucoesparacidades.org.br, mantida pela Associação Brasileira de Cimento Portland.

Mouse verde

9/03/10 | Arte e Design, Meio Ambiente, Produtos, Sustentabilidade

Esse mouse não é considerado ecologicamente correto só porque é feito de cortiça, como muitos produtos que vemos por aí, onde uma “casca verde” tenta confundir o consumidor.

O Corky é um mouse sem fio que dispensa o uso de pilhas, pois toda energia gerada através dos movimentos em seu uso, é armazenada e revertida ao seu próprio funcionamento.

corky, o mouse sustentável | imagem: inhabitat

Além dessas características sustentáveis, a cortiça do Corky é biodegradável e todos os seus demais componentes são 100% recicláveis.

Gostou do Corky? Então aproveite para votar nele no Greener Gadgets Design Competition.

Fonte: inhabitat

Brises

4/03/10 | Arquitetura, Meio Ambiente, Sustentabilidade

brise horizontal

Há muito tempo que venho ensaiando para escrever sobre esta maravilhosa solução arquitetônica, o brise-soleil, ou ao pé da letra, quebra-sol.

O brise é um elemento arquitetônico localizado na fachada externa do edifício e que tem como função principal o controle da incidência de radiação solar na edificação.

Ele é formado por uma ou mais lâminas, fixas ou móveis, dispostas horizontal ou verticalmente, mas que precisam de minuciosos cálculos com cartas solares, do local onde será implatado, para que o resultado seja eficiente.

Com todas as questões ambientais em destaque, a arquitetura redescobriu que elementos construtivos como o brise, oriundo da arquitetura moderna, são grandes aliados em projetos onde os custos com iluminação e ventilação artificial precisam ser minimizados.

brise vertical

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Em um edifício de concreto, por exemplo, que pode produzir de 2º C a 4º C de calor, os brises, quando bem projetados, chegam a reduzir a incidência solar em quase 100%.

Nos grandes edifícios, onde torna-se inviável os ajustes manuais e períodicos das lâminas, conforme o posicionamento do sol durante o ano, a automatização dos brises é recomendada.

Já em residências e pequenos edifícios, esses ajustes podem ser feitos manualmente, mas sempre com a orientação de quem projetou o sistema, assim o brise desempenhará o seu importante papel com os resultados esperados.

Quem sabe esses incríveis elementos arquitetônicos não voltam com força total às nossas cidades, afinal temos sol na maior parte do ano e não precisamos seguir os padrões ditados por países com condições climáticas completamente diferentes das nossas.

Além do resultado estético que os brises podem oferecer, as vantagens, quanto à eficiência energética e conforto térmico, são enormes, o que fazem dessa solução um importante diferencial por uma arquitetura mais sustentável.

Tijolo solo-cimento

1/03/10 | Arquitetura, Meio Ambiente, Sustentabilidade

As obras do Centro Desportivo das Faculdades e Colégio IESGO é um exemplo de como é possível minimizar os impactos ambientais em uma construção.

Com o objetivo de diminuir o número de viagens de caminhão no canteiro de obra, foi adotado o processo de fabricação de tijolos solo-cimento a partir da terra retirada para construção da piscina.

fabricação do tijolo solo-cimento | imagem: sustentabilidade e acessibilidade

Para a construção de uma piscina semi-olímpica, nas dimensões de 25 x 13 x 1.70 m, são retiradas 552 m³ de terra, que equivalem à 92 viagens de caminhão tipo caçamba.

Esses tijolos serão inicialmente utilizados nas paredes leste-oeste do ginásio, cobrindo uma área total de 444.16 m².

fabricação do tijolo solo-cimento | imagem: sustentabilidade e acessibilidade

Para essa etapa da construção, serão necessários aproximadamente 30 mil tijolos de 25 x 12.5 x 6.25 cm, que consomem 60 m³ de terra em sua fabricação.
E mantendo-se esse volume de terra na obra, serão evitadas 10 viagens de caminhão.

tijolo solo-cimento | imagem: sustentabilidade e acessibilidade

Caso fossem utilizados os tijolos cerâmicos convencionais, 55 árvores teriam que ser queimadas para o seu cozimento.

Taí a principal vantagem do tijolo solo-cimento, que dispensa o processo de queima em sua fabricação, não causando impactos ao meio ambiente.

Fonte: Sustentabilidade e Acessibilidade

Esculturas de pneus

28/02/10 | Arte e Design, Meio Ambiente, Sustentabilidade

Artistas com um forte comprometimento ambiental merecem ser sempre divulgados!

Esse é o caso do alemão Mirko Flodin e da americana Chakaia Booker, artistas plásticos que desenvolvem esculturas incríveis a parir de pneus descartados.

Mirko Flodin busca aliar características históricas, de onde a obra será implantada, com traços arquitetônicos, criando esculturas únicas e interessantíssimas, confira:

escultura de pneus | imagem: mirko flodin

escultura de pneus | imagem: mirko flodin

escultura de pneus | imagem: mirko flodin

escultura de pneus | imagem: mirko flodin

Já a americana Chakaia Booker, que começou a trabalhar com pneus em 1990, aborda os problemas enfrentados pela comunidade afro-americana, simbolizada pela cor negra da matéria-prima de suas obras.

escultura de pneus | imagem: chakaia booker

escultura de pneus | imagem: chakaia booker

escultura de pneus | imagem: chakaia booker

escultura de pneus | imagem: chakaia booker

Sobre a produção de pneus

  • Segundo organizações internacionais, a produção de pneus novos está estimada em cerca de 2 milhões por dia em todo o mundo;
  • Já o descarte de pneus velhos chega a atingir, anualmente, a marca de quase 800 milhões de unidades;
  • Só no Brasil são produzidos cerca de 40 milhões de pneus por ano e quase metade dessa produção é descartada nesse período.

Fonte: Ambiente Brasil

Por produtos mais sustentáveis

23/02/10 | Meio Ambiente, Produtos, Sustentabilidade, Vídeos

Esse vídeo do programa Cidade e Soluções, mostra o empenho da rede de supermercados Walmart em rever, junto aos seus fornecedores, os produtos oferecidos em suas lojas.

Várias marcas consolidadas no mercado aceitaram o desafio e o resultado foram embalagens menores e feitas de material reciclável, menor consumo de matéria-prima e energia, destinação inteligente de lixo, e outras mudanças inteligentes em favor da ecoeficiência.

Uma importante iniciativa do setor varejista, mas que precisa do reconhecimento do consumidor final para funcionar.

Confira o vídeo:

O Programa Cidades e Soluções é exibido nos canais Globo News e Futura nos seguintes horários:

Globo News
Domingo às 21:30 h
Segunda às 03:05h, 8:30h e 16:30h
Quarta às 05:05h e 17:30h
Sábado às 05:30h.

Futura
Sexta às 21:00h
Domingo às 15:00h

Fonte: Cidades e Soluções

Reaproveitamento de calendários

19/02/10 | Arte e Design, Meio Ambiente, Produtos, Sustentabilidade

Você sabia que a cada 28 anos o calendário é exatamente o mesmo?

Pensando nisso e para incentivar a reciclagem e o consumo responsável, uma organização ambientalista italiana distribuiu calendários de 1982 que valem para 2010, confira:

Claro que não é fácil encontrar calendários tão antigos para serem reaproveitados, a ideia é mesmo alertar as pessoas para o consumo desenfreado em geral e a possibilidade de reaproveitamento desses produtos.

Fonte: VIUISSO?

Guarda-chuva sustentável

18/02/10 | Meio Ambiente, Produtos, Sustentabilidade

O Brelli é um exemplo de como os produtos simples, do nosso dia-a-dia, podem ser adaptados a uma nova realidade sustentável.

Ele é um guarda-chuva feito a partir de materiais ecologicamente corretos, sua estrutura é de bambu, a cobertura de plástico biodegradável e até a embalegm é feita com algodão orgânico.

Isso sem contar o design, projetado em linhas orientais, ele está disponível em 3 tamanhos e nas opções transparente e fumê.
Esta última, oferece uma proteção contra os raios UVA/UVB, protege do sol e da chuva e está disponpivel em 2 tamanhos.

Confira algumas imagens:

brelli transparente | imagem: the brelli

estrutura em bambu | imagem: the brelli

capa em algodão orgânico | imagem: the brelli

Tenho postado muito aqui sobre produtos verdes, afinal, eles estão cada vez mais presentes em nossas vidas, mas temos que tomar muito cuidado com os rótulos de “sustentável” que acompanham esses itens.

Lembrando que para ser sustentável, o produto tem que atender a vários requisitos, não basta, por exemplo, uma matéria-prima verde se a sua produção ou transporte comprometem o meio ambiente.

Precisamos aprender a analisar o processo produtivo como um todo, conheça um pouco mais sobre os materiais sustentáveis.

Impressora verde

15/02/10 | Meio Ambiente, Produtos, Sustentabilidade, Vídeos

Minimizar o uso das impressoras e trocar o papel sulfite pelo reciclável é uma atitude simples e que todos já deveriam ter adotado em seu dia-a-dia.

Mas o lançamento da PrePeat, pela japonesa Sanwa, promete revolucionar o conceito de impressão que adotamos até agora.

Isso porque ela dispensa as tintas e utiliza um tipo de papel especial, que contém pigmentos ativados pelo calor, e que, por isso, pode ser apagado e reutilizado por mais de 10 mil vezes!

Confira o vídeo:

Mesmo com os e-readers, os smartphones e a internet móvel, ainda é difícil viver totalmente sem papel.

Lembrando também que a reciclagem não é perfeita, pois ela demanda energia e gera vários tipos de poluição, como o processamento e transporte do papel, por exemplo.

O custo da PrePeat ainda é muito alto para a nossa realidade, US$5,5 mil e com cada folha a US$3.
Mas vamos torcer para que a nova tecnologia chegue logo para as próximas impressoras e com valores mais acessíveis.
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Fonte: Super Interessante
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