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Call Parade – 2012

Quem passou ontem pela Avenida Paulista teve o privilégio de conferir os orelhões incríveis da Call Parade, evento realizado pela Toptrends para a Telefônica|VIVO.

São 100 orelhões, confeccionados por artistas de vários estilos, espalhados por diversos pontos da cidade.
Com oito circuitos artísticos, a iniciativa tem como principal objetivo chamar a atenção da população para os orelhões, além de concientizar as pessoas sobre a importância da preservação dos telefones públicos.

E claro que a nossa queridinha e personal artista Stephanie Marihan não poderia estar de fora dessa!
O seu orelhão “Algum Lugar” está localizado na altura do número 726, entre a Rua Joaquim Eugênio de Lima e Av. Brig. Luiz Antônio.

E claro que ele é demais, confira algumas imagens:

orelhão "algum lugar" da artista stephanie marihan

orelhão "algum lugar" da artista stephanie marihan

orelhão "algum lugar" da artista stephanie marihan

Você também pode conhecer as obras e traçar um roteiro através do mapa do evento antes de ir à Paulista.

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Feira de orgânicos no Parque da Água Branca

Hoje acordamos bem cedinho para conhecermos a Feira Orgânica da AAO (Associação de Agricultura Orgânica), no Parque da Água Branca.
A ideia era incorporar os produtos orgânicos com mais força em nossa alimentação, principalmente por causa do nosso filhote, que começou agora a comer frutinhas.

As feiras do produtor são espaços de comercialização direta dos agricultores associados da AAO que têm atividade agropecuária orgânica.
Trata-se de mais uma forma de fortalecimento da produção, colocando o consumidor em contato direto com o produtor, numa relação de constante troca.
São mais de 100 famílias (geralmente mais de uma família por banca) que desde 1991 viabiliza sua produção através da garantia de comercialização de seus produtos.

Todos os produtores são orgânicos e certifcados, isso significa que os produtos são fiscalizados nos seus locais de produção, processamento e armazenamento, garantindo ao consumidor a qualidade orgânica de cada produto adquirido.

O Parque da Água Branca por si só já seria um passeio muito bacana e ainda pudemos tomar, bem do ladinho da feira, um delicioso café da manhã orgânico para começar bem o dia.
Além da área verde e dos animais que ficam soltos no parque, os visitantes podem conhecer o Aquário, o Museu Geológico, a Praça do Idoso, a Sala de Leitura, entre outras atrações.

 

vista aérea do parque da água branca, em são paulo

Um pouquinho da história…

O Parque Fernando Costa, mais conhecido como Parque da Água Branca ou Parque do Bill, foi criado em 2 de junho de 1929 pelo então secretário de Agricultura, Fernando Costa e até hoje é administrado pela Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo.
Mas seu processo de formação começou bem antes, em meados de 1904, quando o então prefeito de São Paulo, Antônio da Silva Prado idealizou a Escola Prática de Pomologia e Horticultura para que as pessoas pudessem se dedicar à atividade agrícola de forma profissional, ajudando a elevar a qualidade dos produtos, difundindo o cultivo, aumentando a produção e barateando os preços. A escola funcionou até 1911.

A Feira Orgânica da AAO acontece todas terças, sábados e domingos, das 7:00h às 12:00h, mas procure chegar cedo para garantir os melhores produtos.

Maiores informações:
Parque da Água Branca
Av. Francisco Matarazzo, 455 – Água Branca
São Paulo | SP
(11) 3865-4130
Aberto todos dos dias das 6h às 22h

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Nova iluminação na Av. Paulista

Na semana passada eu postei sobre o desperdício na iluminação pública na cidade de São Paulo, mas, felizmente, nem tudo está perdido!

O sistema de iluminação da Av. Paulista, em São Paulo, está sendo modernizado.
A ideia é reduzir o consumo de energia e aumentar os níveis de luminosidade na região.

Datado da década de 70, o sistema atual está sendo completamente trocado, com a substituição de todos os 54 postes existentes na avenida.

O investimento no projeto é de R$ 3,5 milhões, feito pela AES Eletropaulo como contrapartida do acordo firmado no inicio de 2009 com a Prefeitura Municipal de São Paulo, no qual o município e a AES Eletropaulo equacionaram débitos existentes.

O novo projeto de iluminação foi elaborado pela empresa Luz Urbana em conjunto com o Ilume (Departamento de Iluminação Pública), da Secretaria de Serviços da Prefeitura de São Paulo.

Os postes de concreto serão substituídos por postes formados por quatro tubos de aço carbono com base de 2 m de altura de aço inox.
Os 39 postes de 25 m de altura serão substituídos por postes de 20 m, enquanto os outros 15 postes de 12 m de altura serão trocados por postes da mesma altura.

novos postes metálicos | imagem: piniweb

A principal diferença está nas novas lâmpadas, que devem proporcionar a redução de consumo energético em 60%, o equivalente a uma economia de aproximadamente R$100 mil por ano, segundo estimativa da Eletropaulo.

Outro benefício está no nível de iluminância.
Segundo a Philips, fornecedora das lâmpadas, a média na pista da avenida é de 12 lux, mas com o novo sistema o nível será de 48 lux, ou seja, um aumento de 300% nos níveis de luminosidade.
Além disso, o projeto contempla a iluminação das calçadas, que passará de 4 lux para 20 lux, o equivalente a um aumento de 400% nos níveis de luminosidade.

Fonte: PINI Web

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Desperdício na iluminação pública

A cidade de São Paulo vem mostrando a cada dia que está muito longe de ser uma metrópole comprometida com as questões ambientais.

São inúmeros pontos negativos, comuns nas grandes cidades e causados por seu crescimento desordenado, mas que não podem ser solucionados sem muito planejamento.
Lamentável mesmo é constatar o desperdício sem qualquer motivo, como o que vem acontecendo diariamente com a iluminação pública.

Vários pontos da cidade permanecem com as luzes acesas em plena luz do dia, um péssimo exemplo de desperdício quando passamos por um momento tão delicado frente às questões ambientais.

Na cidade de Santos, no litoral do estado, uma boa parte da iluminação pública é composta por sensores de luminosidade, que acionam o acendimento das lâmpadas conforme a escassez de luz natural.
Por que então São Paulo não implanta esse sistema tão simples nas luminárias espalhadas por toda a cidade?

Eu ainda acho que poderíamos ir além, utilizando da energia solar para economizar energia elétrica na iluminação pública das cidades, mas sinceramente, não sei o que impede que tecnologias simples como essa não possam ser implantadas de verdade.

Fonte: G1

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