Tag Archives: projeto comercial

Loja Havaianas

Projetada pelo arquiteto Isay Weinfeld, a loja da marca Havaianas, localizada na Rua Oscar Freire, em São Paulo, teve como principal desafio passar a ideia de frescor e casualidade, tipicamente brasileiros.

A loja tem uma atmosfera bem informal, onde já em sua entrada diferenciada, sem portas ou janelas, apenas com um pequeno lounge, é possível ter uma ideia dos desníveis que compõem o projeto.

entrada da loja l imagem: nelson kon

entrada da loja l imagem: nelson kon

Áreas bem distintas definem os 300 m² da loja, começando por um estande que simula uma feira livre, onde as sandálias eram vendidas no passado.

Um container apresenta os modelos de exportação, pouco usados no Brasil, e um cilindro em acrílico incolor, expõe os novos produtos, que vão de bolsas, a meias e toalhas.

interior da loja l imagem: nelson kon

interior da loja l imagem: nelson kon

Um cubo high-tech conta a história da Havaianas e uma área ainda é toda destinada à customização de produtos.

O projeto também contempla um jardim, no fundo da loja, para uso exclusivo dos funcionários, junto ao estoque e administração.

corte longitudinal l imagem: arch daily

corte longitudinal l imagem: arch daily

Fonte: Arch Daily

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Bar Sonique, por Triptyque

Inaugura hoje, na Rua Bela Cintra, o bar Sonique, com projeto do premiado escritório de arquitetura Triptyque.
O resultado é um feliz encontro de várias idéias que convivem em harmonia e equilíbrio, desde a fachada brutalista, os tijolos aparentes, as molduras clássicas até o forro em neon monocromático.

fachada sonique l imagem: pini web

fachada sonique l imagem: pini web

interior sonique l imagem: pini web

interior sonique l imagem: pini web

O Sonique promete promover mostras e intervenções de arte contemporânea, além de variar entre restaurante, bar, pista de dança e espaço para shows e por isso optou por mobiliários modulares, de modo a aproveitar melhor o espaço.

interior sonique l imagem: pini web

interior sonique l imagem: pini web

forro em neon l imagem: pini web

forro em neon l imagem: pini web

Com área de 415 m², o bar tem espaço para 100 pessoas sentadas e 200 em pé, incluindo dois mezaninos com capacidade para 60 e 80 pessoas, um à frente e outro ao fundo do bar.

Fonte: Pini Web

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1ª Loja Heineken

A holandesa TJEP, composta pelos designers Frank Tjepkema, Janneke Hooymans, Tina Stieger e Leonie Janssen, foi a responsável pelo desafio de implantar a primeira loja da Heineken, em prédios históricos, no coração de Amsterdã.
Com 250 m², o conceito adotado para Heineken The City, foi o de proporcionar um ambiente “gelado”, associando o espaço à cerveja Heineken, no ponto de ser consumida por seus apreciadores.

prédios heineken - imagem © arch daily

prédios heineken - imagem © arch daily

A idéia do ambiente gelado foi traduzida através vários itens da loja, como as cores frias, adotadas nas paredes e mobiliários; a iluminação 100% LED, primeira na Europa; o logo esculpido em gelo; a escada com degraus em vidro e os três andares de refrigeradores, que guardam garrafas de cerveja de todo o mundo.
Ao lado desses refrigeradores, um grande painel em acrílico incolor envolve mais de 600 garrafas Heineken.

refrigeradores - imagem © arch daily

refrigeradores - imagem © arch daily

logo em gelo - imagem © arch daily

logo em gelo - imagem © arch daily

escada - imagem © arch daily

escada - imagem © arch daily

A loja é dividida em quatro áreas: o departamento de moda, com roupas assinadas por estilistas e designers holandeses; The Fridge, com vendas de produtos da marca; um estúdio de gravação para jovens artistas e uma seção que gerencia as viagens e ingressos dos eventos patrocinados pela Heineken.

Veja algumas imagens:

seção de moda - imagem © arch daily

seção de moda - imagem © arch daily

estúdio musical - imagem © arch daily

estúdio musical - imagem © arch daily

sala reunião - imagem © arch daily

sala reunião - imagem © arch daily

seção de viagens/eventos - imagem © arch daily

seção de viagens/eventos - imagem © arch daily

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Mc Donald’s ecológicos?

imagesPois é, nos últimos anos, a maior rede de fast food do mundo vem tentando mudar radicalmente a sua imagem junto aos consumidores, cada vez mais exigentes.

Começaram pelos menus, reduzindo o sal, os açúcares e as gorduras hidrogenadas (trans) em seus produtos e depois passou a oferecer opções alternativas, com menos calorias.

Mas a novidade mesmo é a construção, aqui no Brasil, do primeiro restaurante verde da rede na América Latina, que será inaugurado em dezembro, em Bertioga.
Localizado na Riviera de São Lourenço, condomínio de classe média alta no litoral de São Paulo, a multinacional segue os rigorosos padrões exigidos pela Leadership in Energy and Enviromental Design (LEED), entidade americana que certifica construções verdes no mundo.

Principais inovações

Buscando diminuir o impacto causado por suas lojas ao meio ambiente, os novos restaurantes verdes têm alto grau de sustentabilidade e pretendem, por meio de soluções eficientes, reduzir em 14% o consumo de energia de um restaurante convencional do McDonald’s.
Vejam as principais mudanças:

:: Aquecimento da água através da energia solar;
:: Implantação de sensores e automação em vidros para melhor aproveitamento da luz natural;
:: Substituição das lâmpadas fluorescentes por LEDs, inclusive nos luminosos externos;
:: Captação da água das chuvas para diversos usos não potáveis, ex.: mictórios, regas, limpezas, etc.;
:: Plantio de espécies nativas que dispensam as regas constantes;
:: Películas especiais aplicadas nos vidros contribuem com o melhor aproveitamento do sistema de refrigeração;
:: Sistema de ar condicionado ecológico, que elimina completamente o CFC, além de um dispositivo que monitora as temperaturas internas e externas, a direção e velocidade do vento e a abertura das janelas.
:: Coleta seletiva de resíduos e separação para reciclagem;
:: Emprego de materiais alternativos na construção, como pisos de material reciclado; tinta ecológica, que dispensa o emprego de massa corrida; madeira certificada, proveniente de árvores extraídas de zonas de replantio; pastilhas de casca de coco e de bambu, privilegiando o uso de materiais de fontes renováveis e de produção regionalizada, entre outros.

lixeira em loja verde na suécia, com compartimentos separados para latas e plásticos, líqüidos e gelos, tampas e canudos plásticos, caixas dos sanduíches e resíduos orgânicos

lixeira em loja verde na suécia, com compartimentos separados para latas e plásticos, líqüidos e gelos, tampas e canudos, caixas dos sanduíches, copos, bandejas e resíduos orgânicos


Apesar de todos os esforços para a utilização de energias renováveis, também existem ainda grandes obstáculos para sua viabilização e o principal deles é o custo de implantação, com investimentos até 30% mais caros que o convencional.
A esperança é de que o retorno sobre o capital investido venha na forma de redução nos gastos mensais com energia e água, que podem ser até 15% inferiores.

A rede no Brasil

A empresa atende diariamente 1,6 milhão de clientes e ocupa a oitava posição em vendas no ranking de países da corporação. O McDonald’s é um dos maiores empregadores privados do país, com mais de 35 mil funcionários e uma das empresas que oferece o maior número de oportunidades de primeiro emprego do Brasil.

Referências: Conceito Comunicação, Valor Econômico, Construção Mercado

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