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Dia Mundial Sem Carro 2011

O objetivo principal do Dia Mundial Sem Carro + Semana da Mobilidade é estimular a reflexão sobre o uso excessivo do automóvel como meio de locomoção e os impactos gerados para as pessoas e a cidade.

Além disso, é propor às pessoas que dirigem todos os dias que percebam a dependência que criaram em relação ao carro ou moto.

A idéia é estimular que essas pessoas experimentem, pelo menos nesse dia, formas alternativas de mobilidade, descobrindo que é possível se locomover  (a pé, de ônibus, de metrô, de bonde, de trêm, de bicicleta) e vivenciar de perto a cidade onde vive.

Por onde começar

  • Articule no trabalho ou na faculdade um grupo de colegas para irem juntos de bicicleta ou a pé;
  • Convide seus colegas a aderirem opções de transporte coletivo para chegar ao trabalho, como linhas de ônibus e metrô;
  • Promova discussões na faculdade, em casa ou no local de trabalho sobre a dependência de nossa sociedade em relação aos automóveis e as consequências para nossa qualidade de vida;
  • Entre em contato com governantes e outras autoridades. Peça prioridade a projetos voltados para melhorar ciclovias, bilhete único, corredores exclusivos para ônibus e obras de metrô;
  • Tente ir além do Dia Mundial sem Carro e passe a se locomover mais a pé, de bicicleta, ônibus ou metrô;
  • Tente tirar o carro, ao menos um dia na semana. Isso fará diferença no meio ambiente.

22 de setembro é o Dia Mundial Sem Carro, experimente fazer suas atividades diárias como ir ao trabalho, faculdade, academia, escola ou à padaria a pé, de metrô, de ônibus ou quem sabe transformar seu caminho em um descontraído passeio de bicicleta.
Assim, você foge dos engarrafamentos e ainda ajuda o planeta.

Conheça mais sobre o Coletivo de Mobilização do Dia Mundial Sem Carro da cidade de São Paulo.

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Mais calçadas inadequadas

Infelizmente, não faltam calçadas inadequadas em todas as regiões da cidade de São Paulo para eu mostrar aqui e essas, a seguir, foram fotografadas nesse fim de semana.

Na Av. Prof. Frederico Hermann Jr., esquina com a Rua Natingui, em Alto de Pinheiros, eu estava a pé (além de grávida) e precisei andar pela rua, junto com os carros, para poder continuar meu percurso.

Além de calçadas esburacadas, a região, que é residencial, privilegia os veículos e não os pedestres.

calçada obstruída no sentido vila madalena

calçada obstruída no sentido marginal pinheiros

Já na região da Chácara Klabin, na Rua Pedro Nicole, quase esquina com a Av. Pref. Fábio Prado, são várias obstruções seguidas, onde o pedestre nem precisa ser portador de mobilidade reduzida para não conseguir passar.

Primeiro o desnível seguido de uma escada no sentido transversal e em seguida uma calçada-jardineiras, confira as imagens.

desnível seguido de rampa na rua pedro nicole

passeio obstruído por jardineiras

Inacreditável a falta de respeito do proprietário dessa residência, não é mesmo? Que além de vetar a passagem das pessoas em frente à sua casa, constrói “caixotes de concreto” sem qualque preocupação estética com o entorno.

Uma pena que esse desrespeito aconteça também em bairros residenciais de áreas nobres da cidade, onde seus moradores teriam condições financeiras de dar o exemplo de calçadas acessíveis e padronizadas para que todos possam colocar em prática o simples direito de ir e vir.

Confira o que já foi postado sobre calçadas no blog.

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Calçadas em ordem

Tenho postado muito aqui sobre a importância de cuidarmos de nossas calçadas em nome da acessibilidade, e parece que a Prefeitura de São Paulo está fazendo a sua parte para regularizar essa situação.

Problema que afeta toda a capital, as calçadas irregulares, são alvos de grande mutirão da Subprefeitura do Butantã, na zona sul da cidade de São Paulo, que pretende regularizar não só calçadas, como também muros e terrenos abandonados em 458 ruas do bairro do Morumbi.

Nesta operação, denominada Melhora Bairro, foram deslocados todos os técnicos e engenheiros da Subprefeitura do Butantã para em uma semana realizar um grande multirão de fiscalização pelas ruas do bairro.
Foram cerca de 500 notificações entregues para os moradores que terão 30 dias para resolver todos os problemas. Entre as notificações também estão irregularidades em terrenos abandonados e em muros de propriedades particulares.

passeio em péssimo estado na rua roberto hottinger

Caso os moradores, que já estão sendo notificados, não regularizem suas calçadas no prazo determinado, multas de até R$722,00 devem ser aplicadas aos infratores.
O subprefeito Regis Gehlen de Oliveira garante que o projeto será levado para outros distritos sob seu comando como Butantã, Rio Pequeno, Raposo Tavares e Vila Sônia, mas não dá prazo para ampliação do programa.

São tipos diferentes de multas: para passeio e ou muro irregulares, e para problemas terreno vazio, não edificado.
Por exemplo: um terreno de aproximadamente 500 m² , a multa é de R$481,65, já um passeio irregular ou muro de 10 a 15 metros a multa é de R$722,48.

Confira o que já foi postado sobre calçadas no blog.

Fonte: São Paulo Metrópole

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Calçadas em São Paulo

Ultimamente o tema calçadas tem sido muito abordado, principalmente quando o assunto é acessibilidade.

Na semana passada eu dei uma entrevista para o JT sobre os materiais usados nos passeios públicos e é muito bom saber que as pessoas estão se interessando mais pelas questões urbanísticas de nossas cidades, afinal, somos os maiores interessados, não é mesmo?

É verdade que existem situações absurdas aqui em São Paulo, onde é possível flagrar calçadas intransitáveis em praticamente todos os bairros da cidade, mas muita coisa tem sido feita para que os passeios possam desempenhar o seu verdadeiro papel.

calçada na rua bela cintra, em são paulo

Um exemplo de que esse panorama já evoluiu consideravelmente é o programa Passeio Livre de padronização de calçadas.

“O Programa Passeio Livre da Secretaria Municipal de Coordenação das Subprefeituras tem por objetivo a implementação de um novo conceito de passeio público, padronizando as calçadas, organizando a localização do mobiliário urbano, melhorando a drenagem e garantindo a livre circulação de pedestres e pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida”.

Confira a cartilha do Passeio Livre com as principais informações sobre o programa.

Apesar das dimensões da cidade de São Paulo, as intervenções do Passeio Livre já começaram a transformar a paisagem da metrópole.

Nos locais onde ocorreram as intervenções o impacto visual é muito positivo e se reflete tanto no aumento do número de frequentadores como no comportamento destes, que passam a zelar pelo espaço, confira algumas imagens:

calçada da rua oscar freire, em placas de concreto

calçada da rua oscar freire, com placas de concreto

calçada da av. paulista, em concreto moldado in loco e piso podotátil

Confira o que já foi postado no blog sobre calçadas e não deixe de enviar imagens que denunciem o péssimo estado desses passeios, para que fiquemos cada vez mais atentos a esse problema que diz respeito a todos nós.

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