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Cesto de lixo sem sacos

Taí uma ideia bem interessante para substituir os saquinhos plásticos nas lixeiras do dia-a-dia.

Criada pelos designers Riccardo Nannini, Domenico Orefice e Emanuele Pizzolorusso, o cesto de lixo Fabriano tem o mesmo princípio das forminhas de brigadeiro convencionais e possui 40 camadas de papéis descartáveis que podem ser usadas no lugar dos sacos plásticos.

 

cesto de lixo fabriano | imagem: design on the rocks

Tudo bem que alguns hábitos são difíceis de serem mudados, mas com soluções bacanas e interessantes como essa fica mais fácil aderir à causa, não é mesmo?

Ah, e os recipientes que formam as “forminhas” do cesto também são feitos de papel reciclado.

Fonte: Design on the rocks

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Palestra de Michael Braungart no TEDxAmazônia

Confira a incrível palestra de Michael Braungart no TEDxAmazônia, ele defende um sistema no qual não haja resíduo na produção industrial. Quer que deixemos de pensar que ser sustentável é fazer menos mal à natureza e que comecemos a fazer só o bem.

Michael é alemão, químico, consultor de empresas como Ford e Nike e autor do livro Cradle to Cradle (do berço a berço).

Confira o que já foi postado no blog sobre o TED.

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O fim das sacolas plásticas?

No último dia 09, o governador de São Paulo Geraldo Alckmin assinou um acordo entre o presidente da APAS (Associação Paulista de Supermercados), João Galassi, e  o secretário do Meio Ambiente, Bruno Covas, prevendo que até o final do ano os supermercados deixarão de entregar as sacolas derivadas de petróleo ao consumidor.

O objetivo é estimular a utilização de sacolas permanentes, como a tradicional “sacola de feira”, reduzindo então o descarte de plástico ao meio ambiente.
Espera-se também que a iniciativa estimule outros setores, de modo a banir de vez as sacolinhas plásticas, ainda tão presentes em nosso dia-a-dia.

Sabia que…

O plástico leva cerca de 400 anos para se decompor nos aterros sanitários ou nos lixões e o uso de material descartável em excesso resulta no acúmulo de lixo que vai parar nos bueiros, nos rios e nos mares, matando animais, demandando altos investimentos do governo para limpar essa bagunça e piorando a qualidade de vida das pessoas.

São distribuídas, no mundo, entre 500 bilhões e 1 trilhão de sacolas plásticas por ano.
Um produto que tem custo zero para o cliente, mas requer injeções de recursos para solucionar as complicações que elas causam a longo prazo.

Sinceramente, acho que essa iniciativa já deveria ter acontecido há muito tempo, nunca entendi porque um item tão nocivo continuava a existir como se nada estivesse acontecendo. Mas o que importa é que o primeiro passo foi dado pelas autoridades, já que a maior parte da população não conseguiu abrir mão das sacolinhas por conta própria.

Eu realmente não entendo esse apego de algumas pessoas pelas sacolas plásticas, afinal, nem é tão complicado assim substituí-las, são tantas as alternativas e modelos, é uma questão de mudança de hábitos mesmo.

E você, já fez a sua parte para reverter essa situação?

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Cocô de cachorro que vira energia

Quem é que nunca se deparou com um cocô de cachorro bem no meio do seu caminho?

Tudo bem que não existem mesmo lixeiras suficientes espalhadas pelas calçadas, mas isso não justifica as pessoas que passeiam com seus bichinhos e que simplesmente fingem que não percebem a sujeira deixada.

Mas segundo muitos ambientalistas, não basta recolher as fezes em sacos plásticos comuns, pois além de aumentar o volume de lixo urbano nos aterros, essa prática libera metano, um gás de efeito estufa 23 vezes pior que o gás carbônico.

E foi pensando nesse inconveniente que um grupo de designers da cidade de Cambridge, nos EUA, desenvolveu o Park Spark Project.

O projeto sugere que os donos dos cachorros recolham o cocô em sacolas biodegradáveis e as joguem em um digestor de metano, instalado em locais públicos.

desenho esquemático do park spark project | imagem: superinteressante

A queima do metano alimentaria os postes de luz, não apenas impedindo que o gás fosse para a atmosfera, como também economizando energia vinda de outras fontes poluentes como o carvão.

Espero que não demore muito para que novas tecnologias como essa sejam logo desenvolvidas, pois ainda aproveitamos muito pouco das vantagens da coleta e queima do metano, tão nocivo ao meio ambiente.

Fonte: Superinteressante

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