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MBA em construção sustentável

O GBC Brasil (Green Building Council Brasil) realizará, em São Paulo, um curso de MBA em construção sustentável, em parceira com o Inbec (Instituto Brasileiro de Extensão e Cursos) e a Unicid (Universidade Cidade de São Paulo).

Segundo o GBC Brasil, o curso tem o objetivo de capacitar os participantes em construção sustentável oferecendo conhecimentos que permitam aos participantes realizarem projetos e obras de empreendimentos sustentáveis, bem como se tornarem consultores em construção sustentável.

A grade do curso inclui metodologias e tecnologias para projetar, gerenciar, avaliar, e operar edificações sustentáveis, alinhadas aos princípios de eficiência energética e elevado desempenho ambiental.

O programa de aulas enfatiza a certificação LEED (Leadership in Energy and Environmental Design), criada pelo U.S. Green Building Council.

As inscrições podem ser realizadas pelo site do Inbec, sob pagamento de taxa de R$300,00 até o dia 11/02/11 e de R$400,00 após essa data.
O curso com duração de 20 meses deve começar no dia 11/03/11.

Maiores informações:
MBA em Construção Sustentável – Certificação Ambiental de Edificações
Data prevista de início: 11/03/11
Duração: 20 meses
Local: Espaço Maestro – FIPECAFI
Endereço: Rua Maestro Cardim, 1170, Paraíso
São Paulo | SP
Mensalidade: 21 parcelas de R$690,00

Fonte: PINI Web

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Palestra sobre arquitetura sustentável

Estive ontem na palestra “Em busca de uma arquitetura sustentável para o planeta”, com o arquiteto japonês Mitsuru Senda.

O evento aconteceu no auditório da FAU-USP e também contou com a participação do grande arquiteto e urbanista Ruy Ohtake.

Man Senda, como também é conhecido no Japão, é professor  da “The Open University of Japan”, desenvolve projetos de espaços públicos e tem um carinho especial pelos parques infantis.

Adotou a palavra instituto ao invés de escritório de arquitetura, por acreditar que o projeto tem que acontecer de dentro para fora e que, para funcionar, precisa da participação de diversas áreas de atuação.

Ele apresentou o estatuto para a arquitetura global, que tem como meta constribuir para o design ambiental do planeta e é composto pelos seguintes itens:

  1. Longevidade: toda arquitetura precisa durar;
  2. Simbiose natural: convivência e minimização dos impactos com a natureza;
  3. Eficiência energética: minimização da energia ao longo da vida útil do edifício;
  4. Conservação de recursos – ciclos: uso de elementos e materiais renováveis e recicláveis;
  5. Sucessão: transmissão às futuras gerações da arquitetura como um patrimônio da cidade.

Assim como temos o Processo AQUA no Brasil, o LEED, nos EUA e a Dérmache HQE na França, o Japão se baseia nos critério da CASBEE para certificação sustentável de seus edifícios.

Confira alguns dos projetos do Arq. Mitsuru Senda:

vista aérea do qi zhong tennis center, em xangai

vista externa do qi zhong tennis center, em xangai

vista externa do tokyo tatsumi international swimming center

vista aérea do foshan pearl gymnasium, na china

A participaçã do Arq. Ruy Ohtake foi interessantíssima, pois ele abordou os desafios da sustentabilidade brasileira em relação a uma realidade social oposta a do Japão.

Ele também apresentou o seu projeto para o Centro de Convivência Educativo e Cultural Heliópolis, na cidade de São Paulo.

O projeto, doado pelo arquiteto, engloba na primeira fase a construção de três Centros de Educação Infantil (CEIs) com 789 m² cada, dois pavimentos, 5 salas de atividades, 2 berçários e uma sala multiuso, totalizando 8 salas e a reforma do Centro Cultural, onde serão implantados, em uma área de 1.485 m²: cinema, salas de exposições, reuniões, palestras, foto e de vídeo, TV comunitária, e cursos profissionalizantes.

Confira alguma imagens do projeto:

vista externa do centro de convivência | imagem: piniweb

vista externa do centro de convivência | imagem: piniweb

vista externa do centro de convivência | imagem: piniweb

O desenvolvimento do projeto contou com a participação direta da comunidade em todas as decisões, desde a escolha das cores até a gestão dos serviços.

A cidade de São Paulo tem 25% de suas habitações em condições precárias e a solução para esse problema não é apenas construir moradias populares e sim fazer com que essa população divida a responsabilidade do uso e conservação da sua comunidade.

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CDS – Reunião definitiva

Ontem, 01/03, fizemos uma importante reunião para alinhamento de todas as responsabilidades do grupo, no projeto do Centro Desportivo Sustentável.

Além das divisões de tarefas, nos preparamos para as adaptações que serão necessárias devido à mudança do local do projeto, que passou da Praça Arlindo Rossi para o Parque do Cordeiro.

Mas isso não quer dizer que o projeto na praça foi descartado, houveram algumas complicações burocráticas que precisam ser resolvidas, e por isso partimos para uma nova área.

Amanhã haverá uma outra importante reunião, na Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente, para a liberação oficial da nova área de implantação do projeto.

Vamos torcer para que o nosso Centro Desportivo Sustentável possa ganhar vida o quanto antes!

Acompanhe o andamento do projeto através do blog do CDS.

Confira o que já foi postado sobre o Centro Desportivo Sustentável.

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Edifício Ventura Corporate Towers recebe LEED

O edifício Ventura Corporate Towers, construído pela incorporadora Tishman Speyer em parceria com a Camargo Corrêa Desenvolvimento Imobiliário, recebeu do USGBC (U.S. Green Building Council) a certificação LEED (Leadership in Energy and Environmental Design) na categoria ouro (platina, ouro e prata).

Localizado no Rio de Janeiro, o projeto, de autoria do escritório Aflalo & Gasperini, é constituído por 2 torres de 36 andares, implantado no centro financeiro da cidade.

Uso racional de energia e da água, planta livre, captação e uso de água pluvial, emprego de materiais reciclados e certificados e controle da emissão de poeira em obra, são algumas inovações do projeto que o classificou como eficiente.

planta livre de pilares, diferencial l imagem: téchne

planta livre de pilares, diferencial l imagem: téchne

Um dos destaques do edifício é, sem dúvida, o sistema de retenção e reúso das águas pluviais.
A água das chuvas é captada em toda a projeção do terreno e conduzida até um tanque de retardo, localizado no terceiro subsolo, para depois ser encaminhada a um tanque de reúso, onde é bombeada para o sistema de ar-condicionado.

Outros diferenciais do projeto:

  • Cerca de 20% a 30% do custo dos materiais empregados na execução do conjunto, como aço, argamassa e concreto, correspondem a materiais reciclados;
  • 40% dos insumos e materiais utilizados na obra vêm de empresas situadas, no máximo, a 800 km do empreendimento;
  • Toda madeira incorporada ao edifício, como aquela usada em portas e batentes, é certificada pelo FSC (Forest Stewardship Council);
  • O entulho gerado será coletado e receberá destinação adequada, em atendimento à resolução no 307 do Conama (Conselho Nacional do Meio Ambiente);
  • Houveram cuidados para preservação do solo contra a contaminação com produtos químicos como tintas e solventes;
  • O impacto no meio ambiente, vizinhança, funcionários e futuros usuários também foram pensados.

Para conseguir o selo de construção sustentável é preciso seguir à risca os critérios estipulados pelo LEED, divididos em cinco grandes áreas:

  1. Desenvolvimento local sustentável;
  2. Uso racional da água;
  3. Eficiência energética;
  4. Seleção de materiais;
  5. Qualidade ambiental interna.

Antes, durante e depois da obra, representantes do Conselho de Greenbuilding dos Estados Unidos avaliam o desempenho do empreendimento, através de questionários e relatórios técnicos.
Ao final, os dados são transformados em pontos num ranking, que podem ou não resultar na certificação.
Muitas empresas contratam consultorias especializadas para acompanhar o processo.

Fonte: Téchne

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