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Iluminação de Natal sustentável

Acabei de ganhar de presente uma caixinha com 60 mini lâmpadas LED para a iluminação decorativa de Natal.
E o mais legal é que, além dos LEDs, a iluminação é fotovoltaica e não a elétrica convencional!

O único ponto nada sustentável é que o kit Led Solar Light veio da China, já que ainda não temos a disponibilidade desses itens verdes no mercado.

Funciona assim, uma pequena célula solar, colada em uma superfície em forma de espeto para jardim, coleta e armazena a luz solar.

plaquinha fotovoltaica no formato de espeto para jardim

E quando escurece, as mini lâmpadas LED acendem e piscam com variedade de cor e intensidade de luz similar às convencionais.
A bateria permite o funcionamento das lâmpadas durante toda a noite.

mini lâmpadas LED em cores variadas

Custo da iluminação convencional

De acordo com a CPFL, cada pequena lâmpada incandescente utilizada na decoração das árvores de Natal consome entre 1W e 5W, portanto, um conjunto de 100 luzes tem potência entre 100W, o mesmo que uma lâmpada incandescente de 100W e 500W.

Já um conjunto com 500 luzinhas de 1W, que ficam acesas por 10 horas seguidas, dão um gasto de R$2,00 por dia, que pode aumentar a conta de luz em até R$60,00 em um mês.

Espero que no próximo ano eu já possa abolir as lâmapadas elétricas decorativas de Natal daqui de casa e ainda, de quebra, economizar na conta de luz!

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Lâmpadas LED

Que falha! Eu que tanto defendo as lâmpadas LED só agora percebi que não tinha nenhum post no blog falando especificamente delas.
Mas como nunca é tarde para reparar lapsos como esse, aí vão algumas informações sobre o produto que reinventou a forma de iluminar.

Em inglês, a sigla LED significa light emitting diode ou diodo emissor de luz e essas pequenas lâmpadas estão presente tanto em componentes eletrônicos como em áreas gigantescas, quando agrupadas.

Na arquitetura e construção civil os LEDs revolucionaram por inúmeras vantagens que o colocaram no patamar de produto ambientalmente correto, confira alguma delas:

  • Consomem de 50% a 80% menos energia que as lâmpadas convencionais;
  • Sua durabilidade é de aproximadamente 100.000 horas. Usando 8 horas por dia, ela duraria até 24 anos, sem troca de peças ou manutenção;
  • As lâmpadas são produzidas com materiais recicláveis e não agridem o meio ambiente, pois não contém gases metálicos, mercúrio e outros elementos nocivos que compõe a estrutura das outras lâmpadas convencionais;
  • O retorno financeiro é garantido pela economia gerada. Exemplo: substituindo a lâmpada LED por uma convencional, com uso de 8 horas diárias,o retorno financeiro vem em 10 meses na economia de energia. Esta economia cobre a diferença do valor entre a lâmpada LED e a convencional sem considerar que a de LED a vida útil chega a 15 vezes mais que as outras sem troca ou custo de manutenção;
  • Os pontos fortes são a intensidade da luz, sua superioridade na capacidade de iluminação e grande economia que a tecnologia inserida na lâmpada gera e sua não agressão ao ser humano e ao meio ambiente.

Economicamente viável?

Sim, elas ainda são bem mais caras que as lâmpadas convencionais, mas não há dúvida que a substituição vale a pena, até porque, com uma maior demanda, a tendência é que esse custo caia bastante ao longo do tempo.

Na arquitetura vemos soluções incríveis, desde fachadas de edifícios, até interiores nunca antes imaginados e hoje temos fabricantes que nos ajudam muito na correta substituição das lâmpadas em nossos projetos.

interior decorado com leds | imagem: outdoor lighting designs

fachada de edifício em seul | imagem: the chosunilbo

Confira o que já foi postado sobre LEDs no blog.

Fonte: i-Lumes

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Nova iluminação na Av. Paulista

Na semana passada eu postei sobre o desperdício na iluminação pública na cidade de São Paulo, mas, felizmente, nem tudo está perdido!

O sistema de iluminação da Av. Paulista, em São Paulo, está sendo modernizado.
A ideia é reduzir o consumo de energia e aumentar os níveis de luminosidade na região.

Datado da década de 70, o sistema atual está sendo completamente trocado, com a substituição de todos os 54 postes existentes na avenida.

O investimento no projeto é de R$ 3,5 milhões, feito pela AES Eletropaulo como contrapartida do acordo firmado no inicio de 2009 com a Prefeitura Municipal de São Paulo, no qual o município e a AES Eletropaulo equacionaram débitos existentes.

O novo projeto de iluminação foi elaborado pela empresa Luz Urbana em conjunto com o Ilume (Departamento de Iluminação Pública), da Secretaria de Serviços da Prefeitura de São Paulo.

Os postes de concreto serão substituídos por postes formados por quatro tubos de aço carbono com base de 2 m de altura de aço inox.
Os 39 postes de 25 m de altura serão substituídos por postes de 20 m, enquanto os outros 15 postes de 12 m de altura serão trocados por postes da mesma altura.

novos postes metálicos | imagem: piniweb

A principal diferença está nas novas lâmpadas, que devem proporcionar a redução de consumo energético em 60%, o equivalente a uma economia de aproximadamente R$100 mil por ano, segundo estimativa da Eletropaulo.

Outro benefício está no nível de iluminância.
Segundo a Philips, fornecedora das lâmpadas, a média na pista da avenida é de 12 lux, mas com o novo sistema o nível será de 48 lux, ou seja, um aumento de 300% nos níveis de luminosidade.
Além disso, o projeto contempla a iluminação das calçadas, que passará de 4 lux para 20 lux, o equivalente a um aumento de 400% nos níveis de luminosidade.

Fonte: PINI Web

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Hotel de luxo com fachada LED

Foi inaugurado este mês, em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, o  badalado Yas Hotel.

Além de todo o glamour em torno de seus 85 mil m², o empreendimento, projetado pelo escritório Asymptote Architecture, também deu a sua contribuição para o meio ambiente, optando por lâmpadas LEDs para a iluminação da fachada.

iluminação da fachada | imagem: pini web
iluminação da fachada | imagem: pini web
cobertura iluminada | imagem: pini web
cobertura iluminada | imagem: pini web

Foram usados mais de 5 mil LEDs, fixados em uma estrutura de aço com placas de vidro em formato de diamante, e que reproduzem diferentes sequências de cores e até pequenos vídeos.

Para os que assistiram ao último GP de Abu Dhabi, o Yas Hotel é aquele que possui um edifício em cada lado da pista do autódromo, cruzando a passagem dos carros.

Além dos 500 quartos, o empreendimento possui 14 restaurantes, salas de estar, salas de tratamento, academia e espaços para a administração, além de piscinas no telhado.

Outro ponto de vista

Os grandes empreendimentos imobiliários no Oriente Médio, principalmente os de Dubai, costumam ser os maiores exemplos de como uma arquitetura sustentável NÃO deve ser.

Isso porque eles simplesmente ignoram e desprezam todo o contexto social e ambiental de onde são implantados, impulsionados pela ambundante, porém esgotável, fonte de petróleo da região.

Claro que as construções geram empregos, atraindo mão-de-obra (especializada ou não) de todo os cantos do mundo, mas isso não resolve os inúmeros problemas sociais que o país enfrenta, inclusive com a escassez de água doce.

Será que o mundo não percebe que aquele é um cenário forçado? Um oasis artificial que vai contra todas as características naturais existentes? E que quando o petróleo e o gás natural acabarem (pois isso um dia acontecerá) e a economia da região entrar em colapso, tudo aquilo fatalmente deixará de existir.

Confira a  imagem a seguir, que mostra a Dubai dos anos 60 e compare com a atual, onde as intervenções e todos os impactos gerados contrastam com um cenário originalmente desértico.

dubai nos anos 60 | imagem: wikipedia
dubai nos anos 60 | imagem: wikipedia
marina artificial de dubai | imagem: wikipedia

marina artificial de dubai | imagem: wikipedia

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