Confira a incrível palestra de Michael Braungart no TEDxAmazônia, ele defende um sistema no qual não haja resíduo na produção industrial. Quer que deixemos de pensar que ser sustentável é fazer menos mal à natureza e que comecemos a fazer só o bem.
Michael é alemão, químico, consultor de empresas como Ford e Nike e autor do livro Cradle to Cradle (do berço a berço).
Os tapumes de obra são geralmente feitos a partir de chapas de madeira de qualidade inferior e usados para delimitar o terreno dos canteiros de obra nas cidades.
Alguns são decorados e até divulgam trabalhos artísticos bem interessantes, mas a maioria das construtoras não tem essa preocupação estética e perdem uma grande oportunidade de promover novos talentos e ainda melhorar a qualidade visual nos centros urbanos.
E foi pensando em inovar que os designers Noa Biran e Roy Talmon, desenvolveram para a Bienal de Bat Yam de Arquitetura Paisagística (The Bat-Yam Biennale of Landscape Architecture), em Israel, um novo conceito de tapume, que incentiva a interatividade urbana.
As peças são feitas de plástico reciclado e constituídas por venezianas que podem ser abertas ou fechadas pelas pessoas que passam nas calçadas, confira o video de demonstração:
Quando fechadas, as venezianas, além de isolar o canteiro de obra, podem conter mensagens e imagens de grande interesse artístico à população, promovendo também a integração daquela construção com todo o entorno e seus usuários.
Que tal comer uma comidinha de primeira, saber que ela respeitou vários princípios sustentáveis e ainda contribuir para projetos de proteção ao meio ambiente?
Todas as receitas são feitas com ingredientes especiais e seguem, pelo menos, um dos princípios de conservação da biodiversidade, listados abaixo.
Usar produtos orgânicos que dispensam o uso de agrotóxicos, fertilizantes e pesticidas. Seu cultivo preserva o meio ambiente já que não desgasta o solo nem contamina os recursos hídricos. O produtor de orgânicos também ajuda nos serviços ecossistêmicos, como o controle de pragas, o aumento da polinização e o da produtividade de algumas culturas;
Preferir produtos regionais. Isso reduz o percurso do transporte de alimentos por caminhão, o que diminui a emissão de gases causadores do efeito estufa. Ainda evita o uso de energia para refrigeração dos alimentos. O Gastronomia Responsável também valoriza o uso de insumos originados de espécies nativas da região;
Não utilizar espécies ameaçadas ou vulneráveis à extinção, como o palmito-juçara ou a castanha-do-pará. O consumo dessas espécies aceleraria seu desaparecimento da natureza, o que desequilibra os ecossistemas. Elas só devem ser usadas quando tiverem comprovação de origem responsável, que garante que o produto foi criado sob controle e que não vem de extrativismo ilegal. Outro cuidado é em relação a quantidade e frequência com que espécies aquáticas, como o camarão-rosa, o atum e a tainha, são explorados. A captura elevada de uma população, além de reduzir sua quantidade, prejudica o potencial de desova e as futuras capturas;
Evitar desperdícios de alimentos para não tirar mais recursos da natureza e reduzir o descarte de resíduos. Algumas receitas aproveitam cascas, talos, folhas e sementes.
Quem adere aos pratos do Gastronomia Responsável recebe um selo de fidelidade ao movimento. Dez selos dão direito a um livro de receitas sustentáveis, que seguem os princípios do movimento, assinadas por chefs participantes.
Dessa forma, a união entre gastronomia e preservação poderá ser levada para dentro de casa e ainda mais disseminada entre os amigos e a família.
Tomara que o projeto possa ser logo implantado em todo o país e esses princípios cada vez mais divulgados, de modo que sejam incorporados no cotidiano das pessoas.
Gostaria de compartilhar com vocês que hoje, a partir das 17:00h, eu participarei do programa Sala de Marina.
O tema desse programa será Desenvolvimento Sustentável e contará com a presença de José Eli da Veiga, Doutor em Desenvolvimento Econômico e Social pelo Université Paris 1 (Panthéon-Sorbonne), França (1979). Professor Titular da Universidade de São Paulo – Dep. Economia (FEA).
"Uma coisa é ser uma pessoa positiva num ambiente positivo ou neutro. outra bem diferente é ser instrumento de mudança num ambiente negativo". (John C. Maxwell)
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