Você, estudante ou profissional da área de construção, que tal aperfeiçoar seus conhecimentos com os cursos da UniANAB (Universidade Corporativa da Arquitetura Sustentável)?
A educação continuada oferecida pela organização possibilita às empresas e aos profissionais assimilar as mudanças culturais e tecnológicas emergentes com o paradigma da sustentabilidade, formando profissionais com conhecimentos multidisciplinares, elevado nível de informação e criatividade, aptos a trabalhar em equipes e desenvolver soluções inovadoras.
A empresa espanhola Egoin Bilbao, especializada em construção em madeira, lidera um projeto super bacana, que busca a edificabilidade em termos de eficiência energética.
fachada casa vita | imagem: flickr casa vita
Trata-se da Casa Vita, primeira casa construída na Espanha que assume e supera os padrões estabelecidos pelo selo alemão Passivhaus, e que produz mais energia do que consome.
“Esta é uma iniciativa da I+D+i, destinada a avançar no conhecimento da construção como resposta responsável às necessidades energéticas de um planeta com recursos limitados que devem ser preservados. Tal aposta resultou na Casa Vita, a primeira construção feita no âmbito do projeto Vita”, explica o gerente comercial da empresa, Unai Gorroño.
Na sua construção foi dada prioridade ao uso de materiais biodegradáveis, renováveis, ecológicos e produzidos pelos arredores da construção, conceitos de eficiência energética e o uso seletivo de recursos.
Além disso, seu design, que combina estética e funcionalidade, procura a máxima integração e respeito ao meio ambiente, e o tamanho compacto do prédio leva a uma maior economia de energia.
Projetos sustentáveis no Brasil
Cada vez mais as pessoas se interessam por projetos que tragam benefícios, tanto econômicos como de bem estar, aos seus imóveis e usuários, e buscam também contribuir positivamente para a preservação do meio ambiente.
A Item 6 segue essa linha de trabalho e também busca aproveitar ao máximo os recursos naturais oferecidos, de modo a minimizar os impactos ambientais decorrentes de uma intervenção arquitetônica.
Espero que projetos e construções sustentáveis passem logo a ser a única opção para as edificações de nossas cidades e que não sejam mais vistos como diferenciais para poucos.
Acabei de ganhar de presente uma caixinha com 60 mini lâmpadas LED para a iluminação decorativa de Natal.
E o mais legal é que, além dos LEDs, a iluminação é fotovoltaica e não a elétrica convencional!
O único ponto nada sustentável é que o kit Led Solar Light veio da China, já que ainda não temos a disponibilidade desses itens verdes no mercado.
Funciona assim, uma pequena célula solar, colada em uma superfície em forma de espeto para jardim, coleta e armazena a luz solar.
plaquinha fotovoltaica no formato de espeto para jardim
E quando escurece, as mini lâmpadas LED acendem e piscam com variedade de cor e intensidade de luz similar às convencionais.
A bateria permite o funcionamento das lâmpadas durante toda a noite.
mini lâmpadas LED em cores variadas
Custo da iluminação convencional
De acordo com a CPFL, cada pequena lâmpada incandescente utilizada na decoração das árvores de Natal consome entre 1W e 5W, portanto, um conjunto de 100 luzes tem potência entre 100W, o mesmo que uma lâmpada incandescente de 100W e 500W.
Já um conjunto com 500 luzinhas de 1W, que ficam acesas por 10 horas seguidas, dão um gasto de R$2,00 por dia, que pode aumentar a conta de luz em até R$60,00 em um mês.
Espero que no próximo ano eu já possa abolir as lâmapadas elétricas decorativas de Natal daqui de casa e ainda, de quebra, economizar na conta de luz!
Trata-se de uma tecnologia, também conhecida como fitorestauração, que consiste no uso de plantas para tratar esgotos domésticos e efluentes industriais.
Além da estética oferecida pelo paisagismo, suas plantas e microorganismos capturam e digerem matéria orgânica, fuligem e outros materiais que, do contrário, correriam direto para rios e lagos, perturbando o seu equilíbrio.
jardim filtrante criado pelo engenheiro francês thierry jacquet
Os jardins filtrantes são uma das soluções mais bem sucedidas para tratar águas usadas (eliminação de cargas orgânicas, azoto, fósforo, desinfecção de germes, biodegradação de novas moléculas, entre outros).
Como essa tecnologia tem como base a absorção dos resíduos pelas plantas, não há decomposição dos resíduos ou qualquer processo químico que resulte em geração de gás, eliminando o mal cheiro durante o ratamento.
Isso possibilita a aplicação desse sistema em locais próximos a moradias ou locais públicos.
Tratamento de efluentes
Segundo a SABESP (Compania de Saneamento Básico do Estado de São Paulo), os jardins filtrantes também se mostraram a opção mais ecológica no tratamento de lodo contaminado e, obviamente, de recuperação e preservação de rios.
No caso do lodo, as ações são por meio da rizosfera, que é a região onde o solo e as raízes das plantas entram em contato. O número de microrganismos na raiz e à sua volta é muito maior do que no solo livre e os tipos de microrganismos na rizosfera também diferem do solo livre de raiz.
Quarenta tipos de efluentes podem ser tratados através da técnica dos jardins filtrantes, além do lodo também poder se transformar em adubo.
Através da fitorestauração podem ser condicionados os lodos de ETEs (Estações de Tratamento de Esgoto), eliminando a necessidade de disposição de aterros sanitários, produzindo, então, um composto fertilizante.
Através da aplicação dessa técnica, solos contaminados, rios e lagos podem ser recuperados e revitalizados.
Vídeo
O vídeo a seguir, apresentado no programa Cidades e Soluções, mostra como os jardins filtrantes estão contribuindo na despoluição do Rio Sena, na França.
Para maiores informações sobre como implantar os jardins filtrantes em seu projeto ou empreendimento, entre em contato com a Item 6 Arquitetura e Sustentabilidade.
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