Archive for the ‘Eventos e Mídia’ Category

Matéria sobre calçadas no JT

11/03/10 | Acessibilidade, Arquitetura, Eventos e Mídia, Sustentabilidade

Saiu no Jornal da Tarde do dia 06/03/10 uma matéria sobre calçadas onde dei uma entrevista.

Segue o texto completo, que fala sobre a padronização e manutenção dos pisos dos passeios em São Paulo.

Calçadas podem ter 4 tipos de piso

O responsável pelo passeio é o dono da casa. Decreto de 2005 estabelece os padrões

Eleni Trindade, eleni.trindade@grupoestado.com.br

De um lado, a calçada é um espaço público usado diariamente por todos os tipos de pessoas. Do outro, é privado. É o dono do imóvel, o responsável pela construção e conservação do pavimento entre a rua e sua casa, sob pena de multa – na capital paulista o valor pode chegar a R$ 460.

De acordo com os especialistas, o ideal é que os passeios sejam seguros e funcionais. “Em primeiro lugar, é preciso lembrar que a calçada é um espaço público, ela não pode ser tratada da mesma forma que a casa das pessoas, onde cada um faz o que quer. Ela faz parte do contexto urbano”, diz a arquiteta Carla Dichy. A profissional enfatiza que o espaço deve ser seguro para qualquer pedestre. “Por ali passam cadeirantes, idosos, crianças que apenas começaram a andar, jovens distraídos e grávidas, enfim, é preciso pensar no uso coletivo da calçada em vez de priorizar o lado estético.”

A Prefeitura da São Paulo estabelece as regras para a calçada ideal, a começar pelos quatro tipos de piso: pavimento intertravado, placas de concreto, ladrilho hidráulico e concreto moldado no local (veja quadro).

“Os quatro pisos determinados pela Prefeitura foram testados porque são mais seguros, oferecem acessibilidade para todos, inclusive para quem tem mobilidade reduzida e deixam as calçadas mais bonitas. Os passeios feitos nesses padrões são bons tanto para o donos de imóveis quanto para os pedestres”, afirma Karla Cunha, arquiteta que mantém o blog www.karlacunha.com.br sobre arquitetura e sustentabilidade.

Mesmo com o estabelecimento de regras para o padrão arquitetônico em 2005, estima-se que 90% das calçadas da capital paulista contrariem o que diz o decreto 45.904, que regulamenta a execução dos passeios.

“Não só em São Paulo como em todo o Brasil quase não há acertos quando o assunto é calçada. A Lei de Calçadas da capital, por exemplo, deveria delimitar espaços maiores para os passeios públicos”, entende Silvio Soares Macedo professor titular de Paisagismo e chefe do departamento de Projetos da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da Universidade de São Paulo (USP). “Além disso, as pessoas não fazem manutenção necessária e chegam a invadir o espaço público com portões, vasos de plantas e outros absurdos.” Calçada danifica gera multa de R$ 92,35 a R$ 184,70; e a falta dela pode custar R$460.D

Manutenção é importante para garantir o acesso

O padrão exigido para as calçadas não se limita à construção. É preciso fazer manutenção periódica para manter a funcionalidade do passeio público. “As pessoas fazem a calçada e não querem mais ter preocupação com ela”, diz Silvio Soares Macedo professor FAU/USP. “Se uma concessionária de luz, água ou gás faz um serviço e quebra a calçada, o dono do imóvel, em grande parte dos casos, faz apenas um remendo e a calçada com o tempo fica intransitável.”

A lei que regulamenta a execução de calçadas (10.508), prevê que as concessionárias façam os reparos em passeios após obras para realização de serviços públicos. Assim, quem tiver a calçada danificada após uma obra relativa ao fornecimento de luz, gás ou água deve procurar a subprefeitura mais próxima para que o órgão público acione a empresa para fazer a reforma inclusive com o mesmo padrão de piso.

A arquiteta Karla Cunha ressalta, ainda, a importância da acessibilidade. “É preciso manter a calçada em boas condições, consertando rachaduras e buracos logo que surgem para garantir a passagem tranquila das pessoas”, afirma.

De acordo com ela, é recomendado usar pisos táteis para facilitar a passagem de deficientes visuais e cadeirantes, assim como de pessoas com mobilidade reduzida. “Pessoas nessas condições precisam ter o caminho facilitado.”

Acerte na escolha

Donos cometem erros básicos, como calçadas em forma de rampa e com pisos escorregadios

É preciso ter bom senso na construção de calçadas. Por falta de conhecimento ou por economia, muitas pessoas cometem erros básicos ao definir como vai ser o passeio. “Tem gente que faz da calçada inteira uma rampa para a entrada de veículos, quando o correto seria de apenas 2%, como determina a lei, outros fazem calçadas tão estreitas que mal permitem a passagem de uma pessoa”, explica Maria Elena Merege Vieira, professora do curso de Arquitetura da Universidade Mackenzie.

A fiscalização dos passeios é feita pelas 31 subprefeitura a partir de denúncias da população. O dono do imóvel é notificado e tem 30 dias para adequar o local e se livrar de pagar multa. O custo para fazer a calçada ideal varia muito, dependendo da escolha do material. No caso dos pisos permitidos, o preço varia de R$ 30 a R$ 150 o m2, em média, incluindo mão de obra.

“Não se deve usar pisos escorregadios como ardósia, granito polido e mármore para evitar acidentes e quedas. Existem várias opções disponíveis no mercado, como pedras mineiras, paralelepípedo, pisos cerâmicos texturizados e mosaico português”, diz a professora do Mackenzie. Segundo ela, esses materiais deixam o passeio bonito e atendem recomendações de segurança, mas devem passar por manutenção e conservação constantes. “É possível até intercalar pedaços de grama com os pisos escolhidos para permitir a drenagem de água”, completa. E.T.

O ERRADO E O CERTO

ERROS MAIS COMUNS
Inclinação exagerada, transformando a calçada em verdadeiras rampas de acesso a garagens. O passeio deve ser o mais plano possível para facilitar a passagem de qualquer tipo de pessoa com segurança.

Buracos e rachaduras nunca consertados

Pisos escorregadios, como mármore, azulejo, granito polido e ardósia Obstrução do caminho com barreiras como vasos de plantas, árvores, lixeiras e bancos

QUE DIZ A LEI
A calçada ideal deve ter três faixas: de serviço, livre e de acesso. A inclinação deve ser entre 2% e 8%

A faixa de serviço (onde ficam postes e árvores) deve ter no mínimo 75 cm e ser próxima da rua. A faixa livre, com 1,20 m, é reservada à circulação. A de acesso não tem largura definida, mas deve facilitar a entrada nos imóveis

O piso deve ser de concreto ou ladrilhos para passeios. A lei autoriza ainda o uso de placas de concreto ou concreto moldado no local e também ladrilhos hidráulicos

As esquinas devem estar desobstruídas. O mobiliário urbano de grande porte (postes) deve estar a 15 metros do eixo da esquina, e o de pequeno e médio portes (lixeiras) a 5 metros

Veja as regras para calçadas na capital no site www.prefeitura.sp.gov.br/passeiolivre

Outra página com dicas úteis sobre o assunto é www.solucoesparacidades.org.br, mantida pela Associação Brasileira de Cimento Portland.

Outras Vozes – TEDxSP

4/03/10 | Acessibilidade, Arquitetura, CDS, Eventos e Mídia, Vídeos

Hoje foi ao ar o vídeo que gravei para o Outras Vozes, espaço aberto aos participantes do TEDxSP que têm algo a contar, espero que gostem.

Matéria sobre acessibilidade

28/02/10 | Acessibilidade, Arquitetura, Eventos e Mídia

Essa semana foi ao ar uma matéria sobre acessibilidade no site do iG, onde dei uma entrevista, e que gostaria de compartilhar com vocês.

Acessibilidade dentro de casa

Saiba como adaptar uma residência aos usuários de cadeiras de rodas com segurança, conforto e liberdade
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Lívia Alves, iG São Paulo | 06/02/2010 20:25

Rampa de acesso, piso com superfície regular e espaço de circulação são essenciais

Nada melhor do que chegar em casa e poder desfrutar de conforto e liberdade. A habitação é um ambiente particular, onde cada um impõe suas necessidades e busca sua identidade. Esse é um direito de todos, inclusive daqueles que vivem em cadeiras de rodas.

Segundo estatísticas do IBGE, no Brasil, existem mais de 9.300 cadeirantes e, mesmo assim, ainda é muito difícil encontrar lugares adaptados ou próprios para essas pessoas. “Passei cinco anos procurando um lugar para morar que tivesse o mínimo de acessibilidade, com rampas e um bom espaço externo”, diz a vereadora de São Paulo Mara Gabrilli, que ficou tetraplégica após um acidente de carro, em 1994.

Tornar a residência acessível é dar possibilidade e condição de acesso, circulação, aproximação e alcance a um usuário de cadeira de rodas. De acordo com a doutora em arquitetura inclusiva e diretora-presidente do Instituto Brasil Acessível, Sandra Perito, é a junção desses elementos que torna a residência um lugar seguro, confortável e apto a um cadeirante.

Facilite o acesso

Oferecer condição de acesso é eliminar qualquer desnível que possa existir no decorrer no percurso. “Todo piso deve ter superfície regular, firme, estável, antiderrapante e que não provoque trepidações”, afirma a arquiteta Karla Cunha. Além disso, é importante que os capachos sejam embutidos no piso e os tapetes ou forrações tenham suas bordas firmemente fixadas. Caso contrário, simplesmente elimine esses objetos.

Libere a circulação

Outra condição muito importante ao cadeirante é a circulação. “A idéia principal de adaptar um lugar é dar total independência ao morador deste local, dar espaço suficiente para que ele consiga se movimentar o máximo possível, diz Sandra.

No caso dos usuários de cadeiras de rodas, uma das recomendações mais importante dentro de um lar é que ele tenha uma área de giro de 360º para se mover com total liberdade e autonomia. “Gosto de ser livre, de me movimentar. A pior coisa é ter que chegar em casa, depois de um dia inteiro de trabalho e ficar fazendo manobras para entrar nos lugares”, afirma Mara.

Segundo a arquiteta especializada em acessibilidade, Thais Frota não é necessário um lugar imenso para que o cadeirante tenha liberdade e sim, que o espaço, seja bem projetado com todas as devidas recomendações.

Aumente os espaços

Bancos fixos e barras de sustentação no boxe dão maior segurança ao cadeirante

“As portas precisam ter no mínimo 80 cm de vão livre, os corredores, 1,20 m de comprimento e, no caso de prédios, os elevadores têm que medir 80 cm de largura x 1,20 m de comprimento”, explica Thais. Além disso, recomenda-se colocar bancos fixos e barras de sustentação dentro dos boxes do banheiro para facilitar o banho dos cadeirantes.

As barras de sustentação, que também são colocadas ao lado do vaso sanitário devem ter 70 cm de comprimento e precisam estar a 75 cm do chão. “No boxe é correto colocar duas barras de apoio, uma na vertical e outra na horizontal e no vaso sanitário uma de casa lado”, afirma Thais.

Apesar de serem medidas maiores que o normal, como no caso das portas, corredores e elevadores, a vereadora Mara Gabrilli garante que existem alternativas que equilibram esse espaço e não atrapalham os usuários de cadeiras de rodas, como utilizar portas de correr e tirar as paredes da residência. “Meu quarto e banheiro são unidos. Isso facilitou muito o deslocamento e trouxe conforto”, relata Mara.

Garanta a aproximação

Para melhor aproximação é necessário tirar os gabinetes das pias da cozinha e banheiro

A aproximação é a terceira condição para que o cadeirante sinta-se a vontade em sua própria residência. “O mais importante é retirar todos os gabinetes e colunas sob os lavatórios, pois o usuário de cadeira de rodas precisa do espaço inferior livre para que a cadeira e suas pernas possam se adequar ao ambiente”, afirma Thais.

O portador da cadeira de rodas necessita poder alcançar peças e objetos para realizar todas as suas atividades. Neste caso é preciso prestar atenção quanto a altura e distancia de torneiras, janelas, espelhos, mesas e interruptores.

Segundo Sandra Perito, para maior conforto do cadeirante é recomendado colocar as torneiras ao lado da pia. Além disso, as janelas têm que ser baixas (80 cm) para facilitar a visualização de fora e os interruptores adaptados ao alcance de todos, sejam cadeirantes ou não. Nos espelhos recomenda-se uma inclinação de 10º para frente.

Conforto individual

As torneiras devem ser fixadas ao lado da pia para facilitar o alcance

Apesar de todas essas recomendações em medidas, quando se fala em residências particulares adaptadas não existe um tamanho padrão e sim medidas individuais. “Estamos sempre nos baseando na norma da ABNT NBR 9050 (Associação Brasileira de Normas Técnicas), de 2004, mas quando adaptamos residências particulares, o importante é verificar a necessidade e medidas específicas de cada pessoa”, afirma Thais.

“No início, uma das coisas que eu menos gostava era tomar banho sentada no banco dentro do chuveiro. Depois que eu descobri a banheira, minha vida mudou. Com o tempo, dentro do novo lar, a pessoa descobre suas necessidades e procura adaptá-las”, diz Mara.

Mesmo assim, segundo Karla, nas áreas comuns, como entradas de prédios, jardins e áreas de lazer, essas adaptações padrões são obrigatórias e devem ser cobradas por todos, principalmente pelo responsável do condomínio ou prédio.

Acessibilidade também nas áreas comuns

“Aqui no prédio, nós modificamos a calçada da frente e colocamos um elevador para acessar a piscina interna, pois antes só tinha escadas”, diz Lucas Alvarez, arquiteto e síndico do prédio da vereadora Mara Gabrilli.

Sob sua orientação também foi instalado piso antiderrapante sem desníveis na calçada da frente e na área de circulação interna do edifício. “Temos que transformar a realidade para que se tenha mais opções de moradias para usuários de cadeiras de rodas no Brasil”, finaliza.

The Hub, sou membro

26/02/10 | Arquitetura, Eventos e Mídia, Sustentabilidade

Estive ontem no The Hub São Paulo para conhecer melhor o espaço e o funcionamento da comunidade.

A Maria Piza, da Hub Equipe, me recepcionou super bem e também me mostrou alguns detalhes importantes, principalmente sobre o conceito de gestão colaborativa, pelo o qual fiquei encantada.

O que é então o The Hub?

“O Hub São Paulo é um ecossistema único, projetado para permitir que as pessoas criem a mudança que querem ver no mundo”.

Um espaço implantado em um antigo galpão, próximo à Av. Paulista, onde pessoas de diversas áreas de atuação se encontram para trabalhar, desenvolver projetos, trocar ideias, participar de eventos ou apenas tomar um café.
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Na próxima segunda-feira, já teremos uma reunião da equipe de projeto do CDS – Centro Desportivo Sustentável na “casinha nova”, e tenho certeza que o grupo se identificará com o espaço, pois ele está muito alinhado ao conceito de nossa proposta.

Quantas mudanças em tão pouco tempo, mal consigo organizar tantas ideias e as novas perspectivas que surgem a todo momento.

Hora do Planeta 2010

25/02/10 | Eventos e Mídia, Meio Ambiente, Sustentabilidade, Vídeos

Há um ano atrás, milhões de pessoas em todo o mundo apagaram suas luzes e demonstraram, através desse ato simbólico, a sua preocupação com as questões ambientais.

No sábado, 27 de março, entre 20h30 e 21h30 (horário de Brasília), o Brasil participará oficialmente da Hora do Planeta ou Earth Hour.

Das moradias mais simples aos maiores monumentos, as luzes serão apagadas por uma hora, para mostrar aos líderes mundiais nossa preocupação com o aquecimento global.

Confira o emocionante vídeo do evento:

A Hora do Planeta começou em 2007, apenas em Sidney, na Austrália.
Em 2008, 371 cidades participaram e no ano passado, quando o Brasil participou pela primeira vez, o movimento superou todas as expectativas.

Centenas de milhões de pessoas em mais de 4 mil cidades de 88 países apagaram as luzes.

Monumentos e locais simbólicos, como a Torre Eiffel, o Coliseu e a Times Square, além do Cristo Redentor, o Congresso Nacional e outros ficaram uma hora no escuro.

Além disso, artistas, atletas e apresentadores famosos ajudaram voluntariamente na campanha de mobilização.

Confira mais sobre a Hora do Planeta no site oficial do evento e não fique de fora desse importante ato de comprometimento com o nosso planeta.

Curso sobre arquitetura sustentável

2/02/10 | Eventos e Mídia, Sustentabilidade

A Eco Learning Brasil, empresa focada em ecoar conhecimento com ética e transparência através de seus cursos, está com inscrições abertas para uma nova turma, com conteúdo votado à sustentabilidade.

O curso Introdução à Arquitetura Sustentável, tem como objetivo apresentar o conceito e orientar os alunos na criação e adaptação de projetos, além de oferecer parâmetros para implantação das soluções mais eficientes e adequadas.

Se você está em São Paulo, ainda dá tempo de programar uma viagem à Florianópolis, o curso acontecerá no dia 27/02/10, das 8:00 às 18:00 h, e será uma oportunidade interessante aos profissionais e estudantes que querem conhecer melhor o conceito da sustentabilidade voltado à arquitetura.

Para maiores informações, entre em contato via e-mail ou através do fone: (41) 3078-0411.

Arte e espiritualidade

1/02/10 | Arte e Design, Eventos e Mídia

De 25/01 a 21/02/10, o público terá oportunidade de visitar a exposição “Arte e Espiritualidade”, no Mosteiro de São Bento, em São Paulo.

Além de conferir os trabalhos dos artistas plásticos Carlos Eduardo Uchôa, José Spaniol e Marco Giannotti, o visitante terá a oportunidade de conhecer alas no Mosteiro que em dias comuns estariam fechadas para visitação.

Projetado por volta de 1910 pelo arquiteto alemão Richard Berndl, da Academia de Artes de Munich, o prédio traz a marca da recuperação histórica da arquitetura monástica, pretendida na época, e retoma o estilo românico que caracteriza as grandes abadias européias do passado.

Essa é a primeira vez que o Mosteiro de São Bento abre seu espaço para a arte contemporânea, confira algumas obras expostas:

obra: lost, de carlos eduardo uchôa

obra: purgatório, de marcos giannotti

obra: balança, pedra e parafina, de josé spaniol

Em 02 dias de abertura, quase 10 mil pessoas ja visitaram a exposição, ficando encantadas com o acervo, a criatividade e as reflexões que as obras propiciam a quem faz uma visita.

Maiores informações:
Local: Mosteiro de São Bento
Largo de São bento, s/n
São Paulo – SP
Fone: (11) 3328-8799
Horários: terça a sexta, das 13h às 17h, sábado e domingo das 7h às 17h
Entrada gratuita.

Hopi Hari Sustentável

30/01/10 | Acessibilidade, Eventos e Mídia, Sustentabilidade

Fui ao parque Hopi Hari nessas férias, dando continuidade àquele passeio com meu afilhado, onde postei sobre o Planetário de São Paulo.

Foi bom saber que o parque, além de toda diversão,  também tem o seu lado sustentável, preocupado com acessibilidade e o meio ambiente, confira as imagens:

placa sobre a triagem dos resíduos gerados no parque

informativo sobre o reúso de água no parque

Para os portadores de necessidades especiais, o parque disponibiliza um funcionário que elabora uma programação personalizada, com as atrações apropriadas a cada caso, considerando o uso de medicamentos e a necessidade de acompanhante, por exemplo.

Além disso, o parque conta com serviço de locação de cadeiras de rodas motorizadas, oferece rampas de acesso para suas atrações e assentos preferenciais em seus teatros e restaurantes.

O Programa Código Azul também é indicado para gestantes, idosos e pessoas recém-operadas ou com fraturas, como por exemplo, um braço quebrado.

Maiores informações:
Local: KM 72,5 da Rodovia dos Bandeirantes
São Paulo
Fone: (11) 4004-5700
Horários: de quarta a domingo, dàs 10h às 20h
Compra de passaportes através do site.

Planetário de São Paulo

25/01/10 | Arquitetura, Eventos e Mídia

Se você, assim como eu, nunca tinha ido ao Planetário de São Paulo, não sabe o que está perdendo.

Aproveitei a visita de um afilhado distante para conferir o passeio e acabei conhecendo um pouco mais da importância histórica do local.

Sobre o Planetário

O Planetário Aristóteles Orsini, inaugurado em janeiro de 1957, foi o primeiro da América Latina, e também pioneiro entre os planetários de grande porte no Brasil.

Um importante patrimônio histórico, científico e cultural, tombado pelo Condephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado) e pelo Conpresp (Conselho Municipal de Tombamento e Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo).

O prédio do Planetário do Ibirapuera, como é mais conhecido entre os paulistanos, passou por várias modificações e em 1999 foi interditado por problemas estruturais.
A reforma, além da restauração do edifício, também trouxe um novo projetor, o StarMaster, fabricado pela Carl Zeiss, com capacidade para avistar o céu de qualquer ponto conhecido do universo como, por exemplo, a partir de Marte.

Por usar um sistema de projeção de fibra óptica, todas as estrelas são reproduzidas em cor e brilho reais.
Já os projetores periféricos são capazes de trazer para São Paulo as imagens captadas do telescópio espacial Hubble e dos satélites da Nasa, entre outras possibilidades.

A cúpula interna tornou-se uma grande tela de projeção e o espectador tem a sensação de estar mais próximo ao céu, tornando as sessões didáticas e divertidas.

Em grandes centros metropolitanos como São Paulo, em que a observação do céu é obstruída pelos prédios altos, prejudicada pela poluição atmosférica e pela iluminação noturna, planetários constituem uma ferramenta pedagógica indispensável para o ensino básico da astronomia.

Um planetário com diretrizes pedagógicas modernas é espaço não só de populariazação de conteúdo científico, mas também de reflexão e discussão sobre o papel da ciência e da tecnologia na sociedade e no meio ambiente.

Confira algumas imagens:

o planetário do ibirapuera hoje

o planetário hoje

projetor starmaster, fabricado pela carl zeiss | imagem: o globo

projeto original

imagens do projeto original do planetário | imagem: vitruvius

projeto original do planetário - corte

projeto original do planetário - corte | imagem: vitruvius

O passeio é diversão garantida à todas as idades, confira a programação mensal do Planetário.

Maiores informações:
Local: Planetário do Ibirapuera
Av. Pedro Álvares Cabral, s/n – portão 3
São Paulo – SP
Fone: (11) 5575-5206
Horários: sábado, domingo e feriados às 15h, 17h e 19h
Entrada: R$5,00 l meia entrada para estudantes, crianças menores de 12 anos e aposentados

Curso sobre aquecedor solar

22/01/10 | Eventos e Mídia, Meio Ambiente, Sustentabilidade

Recebi por e-mail a notícia de um curso interessante sobre aquecedores solares de água.

A Universidade do Sol, tem o objetivo de disseminar a tecnologia do aquecimento solar de água através da capacitação profissional, publicações específicas, treinamento, pesquisas, desenvolvimento da tecnologia e organização de eventos.

Com sede em São Manuel – SP, a fundação oferece cursos para instaladores hidráulicos, técnicos em aquecimento solar, engenheiros, arquitetos, revendedores, estudantes e demais profissionais envolvidos com os aquecedores solares de água em seu dia-a-dia.

O próximo curso “O Aquecedor Solar e Aplicações em Habitações de Interesse Social”, será apresentado, no dia 04/02/10, no Instituto de Engenharia, em São Paulo.

O custo do investimento é de R$495,00 e as vagas são limitadas.

As inscrições podem ser feitas através do site do evento ou via e-mail.

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