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	<title>Karla Cunha - Arquitetura e Sustentabilidade &#187; Arquitetura</title>
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	<description>sobre arquitetura, sustentabilidade e artes plásticas</description>
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		<title>Tijolo solo-cimento</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Apr 2012 00:33:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karla</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Também conhecido como tijolo ecológico, o tijolo solo-cimento vem ganhando espaço nas construções que buscam minimizar seus impactos ambientais. Ele é basicamente composto por terra e cimento, dispensando a queima (altamente danosa ao meio ambiente) em seu processo de fabricação, &#8230; <a href="http://karlacunha.com.br/tijolo-solo-cimento-2/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Também conhecido como <strong>tijolo ecológico</strong>, o <strong>tijolo solo-cimento</strong> vem ganhando espaço nas construções que buscam minimizar seus impactos ambientais.</p>
<p>Ele é basicamente composto por <strong>terra</strong> e <strong>cimento</strong>, dispensando a queima (altamente danosa ao meio ambiente) em seu processo de fabricação, onde ele é compactado a frio em prensas que garantem peças uniformes de ótima qualidade.</p>
<p>Além disso esses tijolos permitem uma economia significativa durante a obra, confira alguns <strong>diferenciais</strong> em comparação aos tijolos convencionais:</p>
<ul>
<li><strong>Rapidez:</strong> por seus encaixes nas peças, que podem acelerar o processo construtivo em até 50%;</li>
<li><strong>Economia em materiais: </strong>podem reduzir em até 70% o uso de concreto, em 50% o de ferro e até 100% o de argamassa, já que o uso desse material pode ser dispensado;</li>
<li><strong>Organização:</strong> obra mais limpa e livre de entulhos, já que esses tijolos, quando pré-modulados em projeto, evitam cortes desnecessários;</li>
<li><strong>Durabilidade: </strong>o tijolo solo-cimento chega a ser 6 vezes mais resistente que um tijolo comum;</li>
<li><strong>Isolamento acústico:</strong> graças aos furos existentes em cada peça, uma parede construída com esses materiais passa a ter um colchão de ar em seu interior, que minimiza a propagação do som;</li>
<li><strong>Isolamento térmico: </strong>no calor, o mesmo colchão de ar que evita a propagação do som, também barra o ar quente de fora para dentro das edificações, mantendo a temperatura interna mais fresca que a externa. Já no inverno, ocorre o contrário, o colchão de ar retém o calor interno dentro da edificação;</li>
<li><strong>Instalações elétricas e hidráulicas:</strong>  toda a tubulação pode ser embutida nos furos das peças, evitando cortes desnecessários durante a obra, como nas instalações convencionais.</li>
</ul>
<h3>Visita à fabrica</h3>
<p>Há poucos dias, estive em visita, com minha sócia e um casal de clientes, à uma fábrica desses tijolos solo-cimento, para conhecer melhor e de perto todos os seus diferenciais e o processo de fabricação.<br />
A <a href="http://www.tijoloecologicoacropole.com.br" target="_blank">Acrópole &#8211; Tijolo Ecológico</a>, está localizada na região de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Valinhos" target="_blank">Valinhos &#8211; SP</a> e é uma empresa comprometida com os diferenciais sustentáveis em seu negócio.</p>
<h3>Confira algumas imagens:</h3>
<p>Os tijolos são confeccionados artesanalmente e prensados um a um em um equipamento que garante a qualidade e uniformidade das peças.</p>
<div id="attachment_9847" class="wp-caption aligncenter" style="width: 522px"><img class=" wp-image-9847 " title="prensa" src="http://karlacunha.com.br/wp-content/uploads/2012/04/prensa.jpg" alt="" width="512" height="370" /><p class="wp-caption-text">prensa utilizada na compactação dos tijolos</p></div>
<p style="text-align: left;">Saindo da prensa eles são dispostos lado a lado no chão e em seguida cobertos com uma lona.</p>
<div id="attachment_9849" class="wp-caption aligncenter" style="width: 522px"><img class=" wp-image-9849 " title="tijolos" src="http://karlacunha.com.br/wp-content/uploads/2012/04/tijolos.jpg" alt="" width="512" height="370" /><p class="wp-caption-text">tijolos logo após serem prensados</p></div>
<p style="text-align: left;">Em seguida, eles são levados para a área externa da fábrica e após sete dias já podem ser comercializados.</p>
<div id="attachment_9850" class="wp-caption aligncenter" style="width: 522px"><img class=" wp-image-9850 " title="cura tijolo" src="http://karlacunha.com.br/wp-content/uploads/2012/04/cura-tijolo.jpg" alt="" width="512" height="370" /><p class="wp-caption-text">tijolos empilhados em área externa para secagem</p></div>
<p style="text-align: left;">Os tijolos solo-cimento são apresentados em formatos diferenciados, conforme as necessidades construtivas, e podem ser aplicados tanto na vedação de paredes como estruturalmente.</p>
<p style="text-align: left;">Lembrando que devemos sempre optar por materiais que, além de <strong>ambientalmente corretos</strong>, também estejam próximos ao local de fornecimento, de modo a minimizar os impactos ambientais ocasionados por seu transporte.</p>
<p style="text-align: left;">Para maiores informações técnicas sobre os tijolos ecológicos <strong>Acrópole</strong>, entre em contato <a href="mailto:contato@tijoloecologicoacropole.com.br" target="_blank">via e-mail </a>ou através do fone: (19) 3829-4506.</p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://karlacunha.com.br/?s=tijolo+solo-cimento" target="_blank">Confira o que já foi postado no blog sobre os tijolos solo-cimento.</a></p>
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		<title>Nova lei das calçadas</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Apr 2012 11:57:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karla</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Meio Ambiente e Sustentabilidade]]></category>
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		<description><![CDATA[São Paulo tem 30 milhões de metros lineares de calçadas. Esses espaços, que chamamos formalmente de passeios públicos, têm uma única função: possibilitar que os cidadãos possam ir e vir com liberdade, autonomia e segurança, o que geralmente só ocorre &#8230; <a href="http://karlacunha.com.br/nova-lei-das-calcadas/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_9838" class="wp-caption alignright" style="width: 261px"><img class=" wp-image-9838" title="calçada" src="http://karlacunha.com.br/wp-content/uploads/2012/04/calçada1.jpg" alt="" width="251" height="182" /><p class="wp-caption-text">calçada na av. prof. frederico hermann jr.</p></div>
<p style="text-align: justify;">São Paulo tem 30 milhões de metros lineares de calçadas. Esses espaços, que chamamos formalmente de <strong>passeios públicos</strong>, têm uma única função: <strong>possibilitar que os cidadãos possam ir e vir com liberdade, autonomia e segurança</strong>, o que geralmente só ocorre em pontos estratégicos da cidade.</p>
<p style="text-align: justify;">A nova lei das calçadas entrou em vigor no dia 9 de janeiro de 2012 trazendo diversas mudanças quanto à sua construção, manutenção e reforma, <a href="http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/upload/subprefeituras/secretaria/pdf%20materias%20secretaria/decreto_calcadas_52903.pdf" target="_blank">confira aqui o decreto</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">E a forma de calcular a <strong>multa</strong> também mudou.<br />
Antes, o fiscal definia o valor de acordo com o tamanho do buraco (de R$ 102,02 a R$ 510,01). Agora a multa passa a seguir o tamanho da calçada (R$300,00 por metro linear). Ou seja, se uma calçada com buraco tem extensão de 20 metros a multa passa a ser de R$ 6.000 (R$ 300 mutiplicados pelos 20 metros da calçada), valor que não muda se a calçada estiver tomada por buracos ou com apenas um pequeno buraco.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro ponto da legislação é a definição de <strong>largura mínima</strong>, que agora deve ser de 1,20 m para a passagem de pedestres nas calçadas, onde antes se fixava 90 centímetros.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Confira as principais mudanças da lei:</h3>
<p style="text-align: justify;">Os seguintes tópicos foram levantados para auxiliar os cidadãos na melhor configuração das calçadas e podem ser consultados com maiores detalhes no <a href="http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/subprefeituras/calcadas/index.php?p=36935" target="_blank">site da Prefeitura</a>:</p>
<ol style="text-align: justify;">
<li>Calçadas verdes;</li>
<li>Com acessibilidade;</li>
<li>Com árvores</li>
<li>Com degraus;</li>
<li>Com entrada de carros;</li>
<li>Inclinadas;</li>
<li>Largura mínima permitida;</li>
<li>Na esquina;</li>
<li>Para deficientes visuais;</li>
<li>Rampas de rebaixamento.</li>
</ol>
<h3 style="text-align: justify;">Esclareça suas dúvidas</h3>
<p style="text-align: justify;">Segundo a Prefeitura, os profissionais do “156” (telefone geral de atendimento) receberam treinamento, assim como os fiscais das <a href="http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/subprefeituras/calcadas/index.php?p=37121" target="_blank">Subprefeituras</a>, para auxiliar os cidadãos no esclarecimento de dúvidas.<br />
Aproveite para <a href="http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/upload/subprefeituras/calcadas/arquivos/cartilha_-_draft_10.pdf" target="_blank">baixar aqui a cartilha</a> com as novas regras para deixar a sua calçada dentro dos padrões estabelecidos pela Prefeitura.<br />
Mas faça isso o quanto antes, porque as multas já estão sendo aplicadas no ato da fiscalização.</p>
<p style="text-align: justify;">Sinceramente não concordo com essa postura da Prefeitura, já que é responsabilidade da Municipalidade a conservação de vias e passeios públicos. Isso sem falar que a própria Prefeitura liberou ao longo dos anos as edificações e suas calçadas para construção e que o lamentável estado atual de nossos passeios se deu graças ao descaso constante do próprio poder público frente às questões urbanísticas.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://karlacunha.com.br/?s=cal%C3%A7ada" target="_blank">Confira o que já foi postado no blog sobre calçadas.</a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte:</strong> <a href="http://www.capital.sp.gov.br/portalpmsp/homec.jsp" target="_blank">Prefeitura de São Paulo</a></p>
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		<title>O novo paisagismo</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Mar 2012 00:12:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karla</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Eventos e Mídia]]></category>
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		<description><![CDATA[A Item 6 Arquitetura e Sustentabilidade está sempre inovando e correndo atrás de soluções sustentáveis para implantar nos projetos de seus clientes. E foi buscando o aperfeiçoamento de seus conhecimentos que a arquiteta e paisagista Camila Simhon, sócia do escritório, &#8230; <a href="http://karlacunha.com.br/o-novo-paisagismo/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignright  wp-image-9804" title="permaculture" src="http://karlacunha.com.br/wp-content/uploads/2012/03/permaculture.jpg" alt="" width="195" height="207" />A <a href="http://www.item6.com.br" target="_blank">Item 6 Arquitetura e Sustentabilidade</a> está sempre inovando e correndo atrás de soluções sustentáveis para implantar nos projetos de seus clientes.</p>
<p>E foi buscando o aperfeiçoamento de seus conhecimentos que a arquiteta e paisagista <strong>Camila Simhon</strong>, sócia do escritório, participou do curso de <strong>Hortas Urbanas, Ecopaisagismo e Paisagismo Comestível</strong>, realizado na <a href="http://www.casadosholons.org" target="_blank">Casa dos Hólons &#8211; Laboratório de Permacultura Urbana</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Acordar com o canto dos pássaros ou deparar-se com animais silvestres no quintal de casa pode parecer privilégio de quem mora no campo, mas os habitantes de áreas urbanas também começam a usufruir de tal cenário, graças ao <strong>ecopaisagismo</strong>, uma tendência que ganha força devido ao seu conceito bem antenado com os novos tempos.</p>
<p>Fazer uso de plantas nativas do lugar onde se está projetando, é a principal característica do <strong>ecopaisagismo</strong>, pois estas plantas espontâneas são mais resistentes ao clima, necessitam um manejo menor, pois nascem naturalmente na região, estando habituadas melhor ao clima e ao solo, barateando a implantação do projeto e o custo do manejo e insumos.</p>
<p>Os ecopaisagistas, ao elaborar um projeto, levam em consideração as questões técnicas e ambientais, o atendimento aos anseios do proprietário e a beleza e o conforto do ambiente planejado.<br />
Para tanto, valem-se, inclusive, de imagens fotográficas ligadas à natureza, com destaque para a flora e fauna da região onde se está implantando o <strong>projeto paisagístico</strong>.</p>
<p>Trata-se de um novo enfoque dado ao paisagismo, com o objetivo de também agregar informação e formação aos usuários do local, bem como ao pessoal que cuida da manutenção do mesmo, onde, aliado ao projeto, há todo um trabalho educacional voltado à natureza.</p>
<p>Uma vertente trazida pela <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Permacultura" target="_blank">permacultura</a> e que ainda é pouco explorada é o <strong>paisagismo cultivado</strong> ou <strong>comestível</strong>, onde tudo que é colocado no design se pode comer: flores, ervas medicinais, temperos etc.<br />
Este tipo de paisagismo surge como uma forma dos condôminos terem um retorno do alto investimento na manutenção do paisagismo, bem como poderem desfrutar de produtos orgânicos em seus quintais, sem mencionar a importância ecopedagógica desta prática nas cidades.</p>
<p>O <strong>paisagismo urbano</strong> com uma <strong>perspectiva ecológica</strong> e <strong>permacultural</strong> vem a somar no que tange o conceito de cidades sustentáveis ou em transição, sendo mais que uma nova tendência do paisagismo, uma escola paradigmática do uso espacial do verde urbano.</p>
<p style="text-align: justify;">Para conhecer melhor os serviços paisagísticos apresentados, <a href="mailto:contato@item6.com.br" target="_blank">entre em contato</a>.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte:</strong> Casa dos Hólons/Neimar Marcos</p>
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		<title>Resíduos de obra com destino correto</title>
		<link>http://karlacunha.com.br/residuos-de-obra-com-destino-correto/</link>
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		<pubDate>Mon, 19 Mar 2012 00:34:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karla</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquitetura]]></category>
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		<description><![CDATA[Em agosto de 2009 eu postei aqui no blog sobre o Manual de reciclagem de gesso, contendo dicas sobre o uso e a armazenagem sustentável do gesso, além de indicações de centros de reciclagem que recebem os resíduos do material. &#8230; <a href="http://karlacunha.com.br/residuos-de-obra-com-destino-correto/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://karlacunha.com.br/manual-de-reciclagem-de-gesso/" target="_blank"><img class="alignright size-full wp-image-9787" title="caçamba_multilix" src="http://karlacunha.com.br/wp-content/uploads/2012/03/caçamba_multilix.jpg" alt="" width="238" height="153" />Em agosto de 2009 eu postei aqui no blog sobre o <strong>Manual de reciclagem de gesso</strong></a>, contendo dicas sobre o uso e a armazenagem sustentável do gesso, além de indicações de centros de reciclagem que recebem os resíduos do material.</p>
<p>Também comentei várias vezes aqui sobre a minha insatisfação, como pequena empresa, por não conseguir dar o destino final correto a todos os resíduos gerados em obras de reformas.</p>
<p>Até que o proprietário da <a href="http://www.multilix.com.br/" target="_blank">Multilix</a>, empresa comprometida em receber e dar o destino final aos resíduos das obras, entrou em contato comigo.</p>
<p>A empresa é uma <strong>ATT</strong> (Área de Transbordo e Triagem de Resíduos da Construção Civil) licenciada pela <a href="http://www.guarulhos.sp.gov.br/" target="_blank">Prefeitura de Guarulhos</a> e <a href="http://www.cetesb.sp.gov.br/" target="_blank">CETESB</a> (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo) onde nela recebem os entulhos das obras para posterior segregação e destinação em áreas também licenciadas.</p>
<p>A <strong>ATT &#8211; Multilix</strong> recebe resíduos da construção civil, conforme Resolução CONAMA nº 307/2002, coletados e transportados em caçambas estacionárias de 4 m³.<br />
Faz o recebimento e a segregação para formar cargas diferenciadas de resíduos de acordo com seu tipo, considerando alvenaria, argamassas, concreto e cerâmico, metais, plásticos (PVC, PEBD, PEAD, PP, etc.), madeira, papelão (incluindo sacarias), gesso, entre outros, para comercialização e posterior reciclagem ou reutilização.</p>
<p>Quanto aos resíduos de gesso, Sergio Lopes, proprietário da empresa, nos informou que esses materiais foram reclassificados recentemente pela Resolução CONAMA nº 431/2011, passando de classe C (resíduo sem tecnologia para reciclagem) para classe B (passível de reciclagem).<br />
Uma ótima notícia, que permite agora um trabalho na concentração deste tipo de resíduo para reciclagem, através de soluções ambientais, financeira e economicamente viáveis.</p>
<p>Quanto às <strong>caçambas estacionárias</strong>, mais conhecidas como <strong>caçambas de entulho</strong>, os profissionais da construção civil já podem finalmente contar com o serviço de coleta, transporte e destinação final feito de forma responsável e ambientalmente correta.</p>
<h3>Sobre os resíduos de gesso</h3>
<p>Lembrando que os resíduos gerados pela construção civil representam mais de 50% de todo o lixo urbano da sociedade e, desse total, 5% correspondem aos restos de gesso.</p>
<p>Caso queira conhecer melhor os serviços prestados pela <strong>Multilix</strong>, entre em contato <a href="mailto:sergio@multix.com.br" target="_blank">via e-mail</a> ou através dos fones (11) 2241-0006 e 2242-5784.</p>
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		<title>Novo uso para janelas</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Mar 2012 13:23:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karla</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[Arte e Design]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente e Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[artesanato sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[janelas antigas]]></category>
		<category><![CDATA[mobiliário sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[painel fotográfico]]></category>
		<category><![CDATA[reaproveitamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Encontrei essa ideia em um post do Ecoblogs e quis compartilhar com vocês! Trata-se do reaproveitamento de janelas usadas para transformá-las em painéis fotográficos, confira alguns modelos: O passo a passo é bem simples e vai depender das condições das &#8230; <a href="http://karlacunha.com.br/novo-uso-para-janelas/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Encontrei essa ideia em um post do <a href="http://www.ecoblogs.com.br" target="_blank">Ecoblogs</a> e quis compartilhar com vocês!</p>
<p>Trata-se do reaproveitamento de<strong> janelas usadas</strong> para transformá-las em painéis fotográficos, confira alguns modelos:</p>
<div id="attachment_9772" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-9772" title="janela01" src="http://karlacunha.com.br/wp-content/uploads/2012/03/janela01.jpg" alt="" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">painel fotográfico feito com janela usada | imagem: ecoblogs</p></div>
<div id="attachment_9773" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-9773" title="janela02" src="http://karlacunha.com.br/wp-content/uploads/2012/03/janela02.jpg" alt="" width="500" height="370" /><p class="wp-caption-text">painel fotográfico feito com janela usada | imagem: ecoblogs</p></div>
<div id="attachment_9774" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-9774" title="janela03" src="http://karlacunha.com.br/wp-content/uploads/2012/03/janela03.jpg" alt="" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">painel fotográfico feito com janela usada | imagem: ecoblogs</p></div>
<p>O passo a passo é bem simples e vai depender das condições das janelas que serão utilizadas, mas você pode dar um acabamento novo na pintura e trocar os vidros, caso necessário.</p>
<p>E o mais bacana é poder ser criativo, reutilizando materiais que seriam descartados e ainda tranformando peças antigas em ideias super originais!</p>
<p><strong>Fonte:</strong> <a href="http://www.ecoblogs.com.br" target="_blank">Ecoblogs</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Materiais sustentáveis &#8211; Lieto Fine</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Mar 2012 14:16:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karla</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Há muito tempo que queria postar aqui sobre a Lieto Fine, uma empresa comprometida de verdade com a sustentabilidade. Digo de verdade porque é muito fácil encontrar no mercado produtos e serviços rotulados como sustentáveis, mas para ser sustentável mesmo, &#8230; <a href="http://karlacunha.com.br/materiais-sustentaveis-lieto-fine/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há muito tempo que queria postar aqui sobre a <a href="http://www.lietofine.com.br/" target="_blank">Lieto Fine</a>, uma empresa comprometida de verdade com a <strong>sustentabilidade</strong>.</p>
<p>Digo de verdade porque é muito fácil encontrar no mercado produtos e serviços rotulados como sustentáveis, mas para ser sustentável mesmo, qualquer empreendimento deve ser <strong>ambientalmente correto</strong>, <strong>economicamente viável</strong>, <strong>culturalmente aceito</strong> e <strong>socialmente justo</strong>.</p>
<p>No caso da Lieto, suas matérias-primas são provenientes de fontes <strong>sustentáveis</strong>, <strong>recicladas</strong> e <strong>recicláveis</strong>. Seus processos de produção, em geral, beneficiam grupos menos favorecidos da sociedade, com capacitação e remuneração adequada a seus desenvolvimentos.</p>
<p>Além disso, os materiais são esteticamente diferenciados, que vão desde os pisos cimentícios (que não passam pelo processo de queima), até os revestimentos especiais, como os de coco, banana, macieira, bambu, pupunha, semente de açaí, além dos assoalhos de madeira certificada, cubas e tampos em madeira teca e lonas ecológicas.</p>
<h3>Confira algumas imagens:</h3>
<div id="attachment_9757" class="wp-caption aligncenter" style="width: 458px"><img class="size-full wp-image-9757" title="piso_cimenticio" src="http://karlacunha.com.br/wp-content/uploads/2012/03/piso_cimenticio.jpg" alt="" width="448" height="247" /><p class="wp-caption-text">piso cimentício villano | imagem: lieto fine</p></div>
<div id="attachment_9758" class="wp-caption aligncenter" style="width: 458px"><img class="size-full wp-image-9758" title="cimenticio_wood" src="http://karlacunha.com.br/wp-content/uploads/2012/03/cimenticio_wood.jpg" alt="" width="448" height="248" /><p class="wp-caption-text">piso wood | imagem: lieto fine</p></div>
<div id="attachment_9759" class="wp-caption aligncenter" style="width: 458px"><img class="size-full wp-image-9759" title="revestimento_coco" src="http://karlacunha.com.br/wp-content/uploads/2012/03/revestimento_coco.jpg" alt="" width="448" height="297" /><p class="wp-caption-text">revestimento pastilhado de coco | imagem: lieto fine</p></div>
<div id="attachment_9760" class="wp-caption aligncenter" style="width: 458px"><img class="size-full wp-image-9760" title="cuba_teca" src="http://karlacunha.com.br/wp-content/uploads/2012/03/cuba_teca.jpg" alt="" width="448" height="250" /><p class="wp-caption-text">cuba em madeira teca | imagem: lieto fine</p></div>
<h3>Premiações</h3>
<p>A Lieto Fine foi premiada em duas categorias, pelo <a href="http://www.ibdn.org.br/novo/" target="_blank">IBDN</a> (Instituto Brasileiro de Defesa da Natureza): <strong>Mérito Ambiental</strong> e <strong>Selo Empresa Parceira da Natureza</strong>, 2010.</p>
<p>Para conhecer melhor os produtos da Lieto Fine, entre em contato <a href="mailto:contato@lietofine.com.br" target="_blank">via e-mail</a> ou através dos fones (11) 2122-4074 (SP) e (21) 3005-9571 (RJ).</p>
<p>A <a href="http://www.item6.com.br" target="_blank">Item 6</a> sempre busca conhecer novos parceiros que tenham esse comprometimento com as questões sustentáveis e que possam agregar valor aos nossos projetos.</p>
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		<title>Paisagismo residencial &#8211; Vila Nova Conceição</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Feb 2012 21:00:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karla</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nesse paisagismo, executado em uma cobertura residencial no bairro da Vila Nova Conceição, em São Paulo, a Item 6 ofereceu soluções simples e práticas ao espaço de lazer. A principal solicitação do cliente foi a de solucionar o problema que &#8230; <a href="http://karlacunha.com.br/paisagismo-residencial-vila-nova-conceicao/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nesse paisagismo, executado em uma cobertura residencial no bairro da Vila Nova Conceição, em São Paulo, a <a href="http://www.item6.com.br" target="_blank">Item 6</a> ofereceu soluções simples e práticas ao espaço de lazer.</p>
<p>A principal solicitação do cliente foi a de solucionar o problema que ele tinha com a sua pequena cadela, que mexia em todas as plantas.<br />
Ele também queria mudar o aspecto dos muros existentes, de modo a ter um pouco mais de privacidade em sua área externa.</p>
<h3>Antes</h3>
<p>Encontramos os muros com pintura branca, além de canteiros inferiores e jardineiras superiores em algumas partes.<br />
Não haviam cores nem harmonia no paisagismo e o local estava árido, com apenas alguns vasos sem qualquer composição definida.</p>
<div id="attachment_9732" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-9732" title="muroverde antes01" src="http://karlacunha.com.br/wp-content/uploads/2012/02/muroverde-antes01.jpg" alt="" width="600" height="400" /><p class="wp-caption-text">muro existente antes da intervenção</p></div>
<div id="attachment_9734" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><img class="size-full wp-image-9734" title="paisagismo antes01" src="http://karlacunha.com.br/wp-content/uploads/2012/02/paisagismo-antes01.jpg" alt="" width="640" height="478" /><p class="wp-caption-text">área externa inferior sem cores e composições dos vasos</p></div>
<h3>Depois</h3>
<p>Optamos pela implantação de um <strong>muro verde</strong>, utilizando a técnica dos tijolos cerâmicos, com uma grande diversidade de espécies coloridas, como <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bromeliaceae" target="_blank">bromélias</a> variadas, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hera_%28planta%29" target="_blank">hera</a> (<em>Hedera helix</em>), <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tradescantia_zebrina" target="_blank">lambari</a> (<em>Tradescantia zebrina</em>) e flores diversas, que quebrassem a monotonia dessa área.</p>
<p>O <strong>muro verde</strong>, que conta com um sistema de irrigação automatizada, também tirou as plantas do alcance da cadela, que antes mexia no canteiro inferior.</p>
<div id="attachment_9738" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-9738" title="muro verde depois 01" src="http://karlacunha.com.br/wp-content/uploads/2012/02/muroverde-depois01.jpg" alt="" width="600" height="400" /><p class="wp-caption-text">muro verde com espécies variadas e bem coloridas | imagem: léo barrilari</p></div>
<p>Já nas duas jardineiras existentes sobre partes dos muros, fizemos composições diferentes.<br />
Em uma delas, onde o cliente queria mais privacidade, optamos pelo <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Pennisetum_setaceum" target="_blank">Capim Texas Rubro</a> (<em>Pennisetum setaceum</em>) mais baixo, pelo <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cortaderia" target="_blank">Capim dos Pampas</a> (<em>Cortaderia selloana</em>)  mais alto, e fechando o muro, de forma pendente, as <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Russelia" target="_blank">russélias</a> (<em>Russelia equisetiformis</em>), em duas cores: brancas e vermelhas.<br />
Do outro lado, para não comprometer a vista ao Parque do Ibirapuera, as mesmas russélias foram plantadas, dando o efeito de caimento sobre o muro existente.</p>
<div id="attachment_9739" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-9739" title="muro verde depois 02" src="http://karlacunha.com.br/wp-content/uploads/2012/02/paisagismo-depois02.jpg" alt="" width="600" height="400" /><p class="wp-caption-text">jardineira sobre muro | imagem: léo barrilari</p></div>
<p>O resultado final foi gratificante, pois conseguimos, sem grandes intervenções, deixar o ambiente externo da cobertura mais agradável e convidativo, tanto ao lazer como também à contemplação.</p>
<div id="attachment_9740" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-9740" title="paisagismo depois 01" src="http://karlacunha.com.br/wp-content/uploads/2012/02/paisagismo-depois03.jpg" alt="" width="600" height="400" /><p class="wp-caption-text">vista geral da área da piscina | imagem: léo barrilari</p></div>
<p>Para maiores informações sobre projeto e execução de paisagismo, <a href="mailto:contato@item6.com.br" target="_blank">entre em contato</a> com a <strong>Item 6</strong>.</p>
<p><strong>Imagens:</strong> <a href="http://www.leobarrilari.com.br" target="_blank">Léo Barrilari</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Sobre madeiras</title>
		<link>http://karlacunha.com.br/sobre-madeiras/</link>
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		<pubDate>Wed, 22 Feb 2012 22:15:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karla</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Muita gente quer entender melhor o que são as madeiras certificadas, então vou tentar esclarecer aqui as principais dúvidas que chegam sobre esse assunto. Primeiro vamos distinguir madeira certificada, de madeira de reflorestamento e ainda, de madeira de demolição. A &#8230; <a href="http://karlacunha.com.br/sobre-madeiras/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter  wp-image-9697" title="madeira" src="http://karlacunha.com.br/wp-content/uploads/2012/02/madeira.jpg" alt="" width="640" height="121" />Muita gente quer entender melhor o que são as <strong>madeiras certificadas</strong>, então vou tentar esclarecer aqui as principais dúvidas que chegam sobre esse assunto.</p>
<p style="text-align: justify;">Primeiro vamos distinguir <strong>madeira certificada</strong>, de <strong>madeira de reflorestamento</strong> e ainda, de <strong>madeira de demolição</strong>.</p>
<p><img class=" wp-image-9699 alignleft" title="madeira demolição" src="http://karlacunha.com.br/wp-content/uploads/2012/02/madeira-demolição.jpg" alt="" width="159" height="159" /></p>
<p style="text-align: justify;">A <strong>madeira de demolição</strong>, muito usada ultimamente em projetos arquitetônicos e decorativos, desperta interesse por sua rusticidade e ainda por ser reaproveitada, não sendo necessário uma nova extração de árvores da natureza.<br />
Mas isso não a torna <strong>sustentável</strong>, já que dificilmente é possível saber sua procedência, mas o fato de ser reaproveitada a torna um material <strong>ambientalmente correto</strong> ao consumo.</p>
<p><img class=" wp-image-9704 alignright" title="reflorestamento" src="http://karlacunha.com.br/wp-content/uploads/2012/02/reflorestamento.jpg" alt="" width="159" height="159" /></p>
<p style="text-align: justify;">Já o <strong>reflorestamento</strong> é o plantio de árvores de rápido crescimento, que podem substituir em diversos usos as madeiras nativas, de crescimento mais lento e extração mais difícil.<br />
Porém, mesmo evitando o uso de madeira da floresta amazônica, as plantações de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pinus_elliottii" target="_blank">pinus</a> e <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Eucalipto" target="_blank">eucalipto</a> podem causar estragos sociais e ambientais se não forem aplicados critérios socioambientais no plantio.</p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente, existem aproximadamente 544 milhões de hectares de florestas nativas e 5 milhões de hectares de florestas plantadas no Brasil. As de eucalipto representam cerca de 3 milhões de hectares e o restante é ocupado por pinus e outras espécies.<br />
O setor de produtos florestais responde atualmente por 4% do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pib" target="_blank">PIB</a> (Produto Interno Bruto) brasileiro.</p>
<p style="text-align: justify;">A <strong>certificação da madeira</strong> é uma garantia de origem que serve também para orientar o comprador atacadista ou varejista a escolher um produto diferenciado e com valor agregado.<br />
Ao mesmo tempo, permite ao consumidor consciente optar por um produto que não degrada o meio ambiente e contribui para o desenvolvimento social e econômico das comunidades florestais.</p>
<p style="text-align: justify;">No Brasil existem dois sistemas de certificação florestal, o <strong>FSC</strong> e o <strong>CERFLOR</strong>.</p>
<h3 style="text-align: justify;">FSC</h3>
<p style="text-align: justify;"><img class="wp-image-9712 alignright" title="logo fsc" src="http://karlacunha.com.br/wp-content/uploads/2012/02/logo-fsc.jpg" alt="" width="130" height="130" />O <a href="http://www.fsc.org.br" target="_blank">FSC</a> (Forest Stewardship Council ou Conselho de Manejo Florestal) é uma organização independente, não governamental, sem fins lucrativos, criada no início da década de 90 com o intuito de contribuir para a promoção do manejo florestal responsável ao redor do mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">O <strong>selo FSC</strong> é a ferramenta de controle da produção florestal, que tem por objetivo orientar o consumidor em suas decisões de compra. Em suma, ele oferece um link confiável entre a produção e o consumo responsáveis de produtos florestais, permitindo que consumidores e empresas tomem decisões em prol das pessoas e do ambiente.</p>
<h3 style="text-align: justify;">CERFLOR</h3>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignright  wp-image-9717" title="logo cerflor" src="http://karlacunha.com.br/wp-content/uploads/2012/02/logo-cerflor.jpg" alt="" width="130" height="112" />Já o <a href="http://www.inmetro.gov.br/qualidade/cerflor.asp" target="_blank">CERFLOR</a> (Programa Brasileiro de Certificação Florestal), visa a certificação do manejo florestal e da cadeia de custódia, segundo o atendimento dos critérios e indicadores aplicáveis para todo o território nacional prescritos nas normas elaboradas pela <a href="http://www.abnt.org.br/" target="_blank">ABNT</a> (Associação Brasileira de Normas Técnicas) e integradas ao Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade e ao <a href="http://www.inmetro.gov.br/" target="_blank">Inmetro</a> (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia).</p>
<p style="text-align: justify;">As normas que compõem o Cerflor foram elaboradas pela CEE (Comissão de Estudos Especial de Manejo Florestal), no âmbito da ABNT, fórum nacional de normalização.</p>
<p style="text-align: justify;">Com essas informações, já é possível ter uma nova consciência ambiental na hora de escolher produtos <strong>ambientalmente corretos</strong> e também <strong>sustentáveis</strong>!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte:</strong> <a href="http://www.fsc.org.br/" target="_blank">FSC</a> e <a href="http://www.inmetro.gov.br/qualidade/cerflor.asp" target="_blank">CERFLOR</a></p>
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		<title>Carpete ambientalmente correto</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Feb 2012 13:12:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karla</dc:creator>
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		<description><![CDATA[É com grande satisfação que eu divulgo aqui o mais novo lançamento da Anovath, um carpete em placa feito de PET 100% reciclado. As placas têm as dimensões de 48 x 48 cm e são apresentadas em embalagens com 20 &#8230; <a href="http://karlacunha.com.br/carpete-ambientalmente-correto/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright  wp-image-9677" title="carpete sustentavel" src="http://karlacunha.com.br/wp-content/uploads/2012/02/carpete-sustentavel.jpg" alt="" width="227" height="227" />É com grande satisfação que eu divulgo aqui o mais novo lançamento da <a href="http://www.anovath.com.br/" target="_blank">Anovath</a>, um carpete em placa feito de PET 100% reciclado.</p>
<p>As placas têm as dimensões de 48 x 48 cm e são apresentadas em embalagens com 20 unidades, perfazendo 4,60 m², isso sem falar nas 15 cores, que permitem composições bem variadas.</p>
<p>Inicialmente, a empresa está mirando o mercado corporativo, como escritórios de baixo tráfego, mas pretendem também entrar no mercado de “faça você mesmo” residencial. Nesse caso, o próprio consumidor poderá instalar o carpete em sua casa com fita dupla face adesiva, como já acontece nos EUA e Europa.</p>
<p>Além do <strong>conforto térmico</strong> e <strong>acústico</strong> que o produto oferece, o seu custo não é maior por causa de seus diferenciais ambientalmente corretos, uma ótima notícia aos profissionais e clientes que desejam utilizar materiais inovadores em seus ambientes.</p>
<p>Para maiores informações sobre os <strong>carpetes em placa ecológico</strong>, entre em contato <a href="mailto:contato@anovath.com.br" target="_blank">via e-mail</a> ou através do fone (11) 4158-4209.</p>
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		<title>Pousada sustentável em Aiuruoca</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 15:06:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karla</dc:creator>
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		<category><![CDATA[turismo adaptado]]></category>
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		<description><![CDATA[Voltamos ontem de uma rápida viagem à Aiuruoca &#8211; MG, onde fomos acompanhar o início das obras do nosso projeto de uma pousada. O projeto segue os princípios da arquitetura sustentável, onde serão incorporados vários diferenciais, respeitando sempre o entorno &#8230; <a href="http://karlacunha.com.br/pousada-sustentavel-em-aiuruoca/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Voltamos ontem de uma rápida viagem à <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Aiuruoca" target="_blank">Aiuruoca</a> &#8211; MG, onde fomos acompanhar o início das obras do nosso projeto de uma pousada.</p>
<p>O projeto segue os princípios da <strong>arquitetura sustentável</strong>, onde serão incorporados vários diferenciais, respeitando sempre o entorno onde a construção será implantada.</p>
<p>O terreno faz parte de uma <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/RPPN" target="_blank">RPPN</a> (Reserva Particular do Patrimônio Natural) e por essa razão priorizamos interferir o mínimo possível na área de implantação e integrar o projeto à incrível natureza existente.</p>
<div id="attachment_9651" class="wp-caption aligncenter" style="width: 522px"><img class=" wp-image-9651 " title="implantação" src="http://karlacunha.com.br/wp-content/uploads/2012/02/implantação.jpg" alt="" width="512" height="384" /><p class="wp-caption-text">implantação da pousada no meio do verde e junto ao rio aiuruoca</p></div>
<p>A pousada, ainda sem nome definido, será composta pela casa principal (em obras), onde estarão as áreas de recepção, cozinha, restaurante, estar e adega subterrânea, além da residência da proprietária no andar superior.</p>
<p>Em duas próximas etapas serão construídos os chalés, sendo dois deles adaptados com total <strong>acessibilidade</strong>, e um centro de meditação, onde também acontecerão eventos diferenciados para os cuidados com a mente e o corpo.</p>
<p>O paisagismo seguirá a <strong>linha funcional</strong>, onde alimentos e ervas serão plantados para o consumo da pousada, que terá uma alimentação diferenciada e orgânica para seus hóspedes.</p>
<p>Quanto aos materiais, optamos por valorizar ao máximo a <strong>iluminação </strong>e<strong> ventilação natural</strong>, onde os painéis em vidro desempenharão um importante papel.<br />
A estrutura já está pronta e é toda em madeira certificada, e utillizaremos na vedação os tijolos de barro artesanal, existentes em ambundância na região.</p>
<p>A região encontra-se bem afastada de centros urbanos, e por essa razão, resolvemos usar ao máximo os materiais locais, evitando assim a &#8220;importação&#8221; e transportes desnecessários à obra.</p>
<h3>Confira algumas imagens:</h3>
<div id="attachment_9653" class="wp-caption aligncenter" style="width: 522px"><img class=" wp-image-9653 " title="estrutura" src="http://karlacunha.com.br/wp-content/uploads/2012/02/estrutura.jpg" alt="" width="512" height="384" /><p class="wp-caption-text">estrutura em madeira angelim vermelho</p></div>
<div id="attachment_9654" class="wp-caption aligncenter" style="width: 522px"><img class=" wp-image-9654 " title="vista telhado" src="http://karlacunha.com.br/wp-content/uploads/2012/02/vista-telhado.jpg" alt="" width="512" height="384" /><p class="wp-caption-text">vista a partir do andar superior</p></div>
<div id="attachment_9655" class="wp-caption aligncenter" style="width: 522px"><img class=" wp-image-9655 " title="praínha" src="http://karlacunha.com.br/wp-content/uploads/2012/02/praínha.jpg" alt="" width="512" height="384" /><p class="wp-caption-text">praínha particular às margens do rio aiuruoca</p></div>
<div id="attachment_9656" class="wp-caption aligncenter" style="width: 522px"><img class=" wp-image-9656 " title="equipe" src="http://karlacunha.com.br/wp-content/uploads/2012/02/equipe.jpg" alt="" width="512" height="384" /><p class="wp-caption-text">equipe responsável: arq. camila, eng. gilberto e arq. karla</p></div>
<h3>Sobre Aiuruoca</h3>
<p>Nome de origem tupi, que significa <strong>casa dos papagaios</strong>, tem sua origem em princípios do século XVIII, quando um paulista de Taubaté, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_de_Siqueira_Afonso" target="_blank">João Siqueira Afonso</a>, atravessou a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Serra_da_Mantiqueira" target="_blank">Serra da Mantiqueira</a>, descobriu as minas de Sumidouro e Guarapiranga e, impulsionado pela ambição, seguiu até a Serra dos Papagaios.</p>
<p>Nessa serra, o paulista fundou, por volta de 1706, o arraial de <strong>Aiuruoca</strong>, junto às minas de mesmo nome, atraindo exploradores portugueses e paulistas. Com o seu território desmembrado de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Baependi" target="_blank">Baependi</a>, a Vila de Aiuruoca foi instalada e em 1868, passou à categoria de cidade.</p>
<p>Quando o ouro se esgotou, o povoado, que se fixou na região, começou a se dedicar à criação de gado leiteiro e à agricultura. A criação de gado transformou a <strong>Aiuruoca</strong> de hoje em um dos grandes produtores de laticínios em MG, sendo, inclusive, um grande exportador de queijos.</p>
<p><strong></strong>A cidade é a porta de entrada para o <a href="http://ecoviagem.uol.com.br/ecoviagem-brasil/viagens/aiuruoca-mg-vale-do-matutu.asp" target="_blank">Vale do Matutu</a>, reserva natural de 30 km² que concentra boa parte das belezas naturais da região. Dá até para dizer que a cidade é dividida em duas, de um lado, o pacato Centro, com uma igrejinha e a praça principal, e do outro, o imenso Matutu.<br />
No alto do Vale, a 17 km (de terra) do Centro, fica o casarão-sede da reserva, ponto de informações sobre o local. Entre novembro e março, por causa da chuva, o acesso às atrações e a algumas pousadas fica difícil.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> <a href="http://www.turismo.mg.gov.br/" target="_blank">Secretaria de Turismo de Minas Gerais</a> e <a href="http://viajeaqui.abril.com.br/" target="_blank">viajeaqui</a></p>
<p>A pousada é um projeto da <a href="http://www.item6.com.br" target="_blank">Item 6 Arquitetura e Sustentabilidade</a> e está sendo construída pelo Eng. Gilberto Pereira Ribeiro, que mora em Aiuruoca e é proprietário da <a href="http://www.estalagemmirante.com.br/" target="_blank">Estalagem Mirante</a>, uma ótima opção para quem pretender conhecer a região e apreciar a natureza local.</p>
<p>Conforme o andamento das obras, iremos atualizando vocês sobre as novidades do projeto.</p>
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